{"id":2406,"date":"2021-07-19T15:10:16","date_gmt":"2021-07-19T18:10:16","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/politicaspublicas\/?p=2406"},"modified":"2021-07-19T15:10:18","modified_gmt":"2021-07-19T18:10:18","slug":"79-dos-internautas-fizeram-compras-por-meio-de-aplicativos-de-loja-no-ultimo-ano-aponta-estudo-da-cndl-spc-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/politicaspublicas\/79-dos-internautas-fizeram-compras-por-meio-de-aplicativos-de-loja-no-ultimo-ano-aponta-estudo-da-cndl-spc-brasil\/","title":{"rendered":"79% dos internautas fizeram compras por meio de aplicativos de loja no \u00faltimo ano, aponta estudo da CNDL\/SPC Brasil"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>Praticidade e agilidade est\u00e3o entre as principais vantagens apontadas. Al\u00e9m disso, 46% dos consumidores utilizaram o WhatsApp para realizar compras, um crescimento de 28 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o a 2019<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O uso de aplicativos e de redes sociais pelos consumidores para a realiza\u00e7\u00e3o de suas compras t\u00eam crescido significativamente nos \u00faltimos anos. \u00c9 o que aponta pesquisa realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil), em parceria com o Sebrae. S\u00f3 nos \u00faltimos 12 meses anteriores \u00e0 pesquisa, oito em cada dez (79%) internautas fizeram alguma compra usando aplicativos de lojas, um aumento de 18 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o ao estudo realizado em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os entrevistados, a praticidade e agilidade (54%) \u00e9 o que mais estimula a comprar via app. Outras raz\u00f5es apontadas s\u00e3o a ideia de n\u00e3o precisar sair de casa (49%) e a facilidade de acesso do celular de qualquer lugar (47%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quanto aos produtos mais comprados pelos internautas via aplicativos de loja nesse per\u00edodo, comidas e bebidas por delivery (65%) lideram o ranking, um aumento de 38 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o a 2019. Em seguida, aparecem os servi\u00e7os de transporte (48%) e moda e vestu\u00e1rio (35%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO consumo por meio de aplicativos cresceu de forma exponencial nos \u00faltimos anos e o varejo investiu nessa tend\u00eancia, que foi tamb\u00e9m impulsionada pelo cen\u00e1rio de pandemia. As grandes marcas constru\u00edram aplicativos mais \u00e1geis e pr\u00e1ticos; e investiram no relacionamento com os clientes, buscando entender melhor sobre seus h\u00e1bitos de consumo, suas necessidades e prefer\u00eancias. O uso de aplicativos de transporte, por exemplo, tem sido muito utilizado por idosos, que at\u00e9 ent\u00e3o tinham uma certa resist\u00eancia a esse tipo de consumo\u201d, analisa o presidente da CNDL, Jos\u00e9 C\u00e9sar da Costa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>40% dos entrevistados compraram pelas redes sociais; comida por delivery e roupas foram os itens mais adquiridos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra tend\u00eancia que vem sendo percebida \u00e9 o peso das redes sociais na decis\u00e3o de compra dos brasileiros. Impactados pelos an\u00fancios de grandes varejistas e at\u00e9 mesmo pequenas lojas, e procurando por maior praticidade, 40% dos entrevistados disseram ter adquirido produtos e servi\u00e7os pelas redes sociais nos \u00faltimos 12 meses anteriores \u00e0 realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as principais raz\u00f5es, destacam-se: rapidez e praticidade (42%); conseguir interagir e tirar d\u00favidas com o vendedor (42%, principalmente entre as mulheres e com aumento de 14 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 2019); encontrar os melhores pre\u00e7os e ofertas do mercado (39%); e ser atra\u00eddo pela publicidade (36%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa tamb\u00e9m mostra que comidas e bebidas por delivery (47%) foram os itens mais adquiridos pelas redes sociais, um aumento de 20 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2019. J\u00e1 os produtos de moda e vestu\u00e1rio (40%) ficaram em segundo lugar no ranking, seguidos por cosm\u00e9ticos, perfumes e produtos para o cabelo (36%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO consumidor quer ter acesso a canais de compra que permitam escolher o que for mais conveniente. Isso significa que o varejo precisa continuar desenvolvendo experi\u00eancias que atraiam os consumidores e promovam o engajamento. Ou seja, \u00e9 fundamental reduzir cada vez mais a dist\u00e2ncia entre o varejo f\u00edsico e com\u00e9rcio online, al\u00e9m de direcionar esfor\u00e7os para oferecer uma excelente experi\u00eancia de compra ao consumidor\u201d, afirma Costa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quase a metade dos internautas realizou alguma compra pelo WhatsApp no \u00faltimo ano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Aplicativo com maior n\u00famero de usu\u00e1rios no pa\u00eds, o WhatsApp extrapola a comunica\u00e7\u00e3o pessoal e em grupo. Dados do levantamento revelam que metade dos consumidores entrevistados (46%) realizou alguma compra pelo aplicativo nos 12 meses anteriores \u00e0 pesquisa, um crescimento de 28 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao estudo realizado em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os motivos pelos quais utilizaram o WhatsApp para consumo, 41% destacaram a maior facilidade e rapidez do que pessoalmente ou por liga\u00e7\u00f5es, poder comprar sem sair de casa (37%, aumento de 14% em compara\u00e7\u00e3o a 2019), possibilidade de receber imagem e v\u00eddeos dos produtos\/servi\u00e7os (37%), e possibilidade de acessar as informa\u00e7\u00f5es armazenadas nas conversas (35%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para 88% dos entrevistados, o WhatsApp \u00e9 uma boa forma de comunica\u00e7\u00e3o entre eles e as empresas, especialmente para: tirar d\u00favidas ou receber suporte t\u00e9cnico (65%), agendar hor\u00e1rios de atendimento (47%) e receber promo\u00e7\u00f5es (41%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO WhatsApp tem sido cada vez mais utilizado pelas empresas como canal de vendas, principalmente os pequenos varejistas, que na maioria das vezes n\u00e3o possuem aplicativos pr\u00f3prios ou um site com e-commerce. A vers\u00e3o business da plataforma permite que o lojista crie cat\u00e1logos de produtos e servi\u00e7os, e use ferramentas especiais de automa\u00e7\u00e3o, organiza\u00e7\u00e3o e de resposta r\u00e1pida aos clientes\u201d, destaca o presidente da CNDL.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os servi\u00e7os de entrega por aplicativos tamb\u00e9m aparecem como uma importante ferramenta para os consumidores. De acordo com o levantamento, 92% dos entrevistados j\u00e1 utilizaram ou utilizam os servi\u00e7os de algumas das empresas de entrega sob demanda por aplicativos, um crescimento de 26 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o a 2019, principalmente o Ifood (80%), o Uber Eats (58%) e o Rappi (39%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O principal motivo para o uso dos servi\u00e7os \u00e9 a compra de comida por delivery (83%), seguido da compra de itens de supermercado (34%) e para a coleta ou entrega de produtos em geral (26%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><a href=\"https:\/\/materiais.cndl.org.br\/pesquisa-consumo-por-aplicativos-e-redes-sociais\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CLIQUE AQUI<\/a>&nbsp;<\/strong>e confira a pesquisa completa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Praticidade e agilidade est\u00e3o entre as principais vantagens apontadas. 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