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Como é comum em cidades do interior brasileiro, Pará de Minas, com 80 mil habitantes, tem uma Rua Direita. É justamente o longo caminho que leva ao epicentro da cidade: praça, igreja, polícia, prefeitura e por aí vai. Nesse lugar, tem dois comércios: uma franquia da Hering e uma loja multimarcas, chamada Fox.

De forma pejorativa, costumavam dizer que suas lojas ficavam no “fundo da rua”, o final da via. Até que Cristiane Nolasco, 30 anos de comércio, mobilizou todos os lojistas do fundão da turma e abriram a Open Shop: 25 lojas, uma marca, uma identidade. “A partir daí, tudo mudou”, afirmou Cris, que aglutinou empresas de moda, lojas de brinquedos, salão de beleza, casa de noivas e restaurantes. “Passamos a investir no lúdico, eventos, exposições e rua foi revitalizada”, diz ela, que contou com parceria do Sebrae e da prefeitura.

O local virou um point em Pará de Minas. Trouxeram de Belo Horizonte, pela primeira vez no município, oito food trucks. E mais: exposição de carros, pré-carnaval, show infantil, clínica estética. Você escolhe. Os públicos dos eventos chega a três mil pessoas e atrai patrocinadores como concessionárias, cursos de inglês e planos de saúde. Hoje, Cris é chamada para colaborar com o Sebrae em consultorias destinadas a empresários. “Atravessamos um período de grande crise financeira sem perder nenhuma venda”, comemora Cristina. “Uma vitória.

Além dos eventos “de fora para dentro”, como as festas, as lojas se juntaram para criar um passaporte da Open Shop, que garante descontos a todos. Resultado de tudo isso: os lojistas que ocupam a parte central e privilegiada da Rua Direita já se preparam para copiar a idéia com os amigos do fundão.

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  • Expertise de 25 lojas para um modelo de negócio.
  • Não é apenas uma loja, mas uma experiência cultural
  • O lojista se torna também um consultor que transmite experiência
  • Cria nova demanda para a economia local: a de eventos culturais
  • Oferece ao cliente segurança, padrão e descontos

Salto: Financeiramente estável durante a maior crise do País, patrocinadores bancam o evento. Valorização dos imóveis contidos no projeto

[sc name=”titulo-secao-app” cor=”#48A63E” titulo=”GUERRA DOS TRONOS”]

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José Roberto da Silva trabalhava na indústria, na sua São Paulo, quando viajou de férias para Caldas Novas, Goiás. Um banho quente e uma ideia: vender toalhas e moda praia numa das cidades com mais piscinas por habitante do Brasil (não que alguém tenha calculado isso). Há treze anos, nascia a Lane Bordados, com estoque de toalhas personalizadas e itens de cama, mesa e banho, de forma geral.

No início deste ano, uma revolução medieval trouxe novos ares para os 15 funcionários da loja.
Criou-se uma espécie de Game of Thrones no verão goiano. As equipes de vendedoras, com apoio de outros setores como caixas e bordadeiras, foram divididas em times com nomes sugestivos com: Bárbaras, Vikings, Normandia. Outros participantes foram chamados de duquesas, condessas. Um luxo.

Roupas novas foram confeccionadas para os competidores. Os períodos de venda foram nomeados como Era de Ouro, de Prata e de Bronze. Até brasões foram desenhados: um épico. “Foi tanta diversão, que até os desconfiados, no início, aderiram”, descreve José Roberto. Os vencedores ganharam jantares e prêmios em dinheiro. Uma grande festa foi feita em comemoração.

O bolso também reagiu positivamente. A meta inicial era de aumentar as vendas em 25%. Mas, voilá, o incremento foi de 33%. O grande desafio agora é criar outra ideia para mobilização, pois experiências assim exigem renovação de roteiros constantemente.

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  • Melhora no ambiente de vendas
  • Todos ganham: o dono aumenta as vendas, os funcionários são bonificados
  • Experiência lúdica engaja o cliente
  • Inserção de boas doses de fantasia no cotidiano torna o trabalho mais agradável e produtivo
  • Estabelecimento ganha marca de criatividade

Salto: Vendas aumentaram 33%, mais que a meta do projeto, de 25%

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