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Manuel Aponte, de 56 anos, sempre teve contato com agricultura e artes. Por muito tempo, cultivou terras e chegou a abrir uma quitanda, até fazer um curso de padeiro, que mudou sua vida. “Sempre gostei da terra e de produtos orgânicos, antes mesmo de ser moda”, comenta Maneco, como é conhecido.

Em 2003, abriu uma padaria, a Trem do Cerrado, na aprazível cidade histórica de Pirenópolis, em Goiás. Uniu criatividade e conhecimento com um elemento essencial para o sucesso: uso de produtos da terra.

Em vez de passas ou nozes, seus saborosos pães especiais vêm com delícias locais como a castanha de baru, o jatobá e o pequi. Também usa beterraba e cenoura na panificação. Seguindo a tendência de alimentação saudável e do “terroir” brasileiro, o sucesso foi inevitável. Passou de uma produção de 40 pães por semana para 600! E leva seus produtos para serem vendidos nas capitas mais próximas, Goiânia e Brasília.

Mas não foi só isso. Introduziu o filho André na arte da panificação e o rapaz abriu uma loja em frente à fábrica de pães (antes a loja era a própria fábrica), que vende, inclusive, de outros produtores.

“Acho que o grande ganho é que consegui fazer tudo isso sem perder a qualidade de vida”, diz ele, que vive cercado de uma natureza exuberante na cidade do Goiás. No início, ele era o único funcionário: produzia, vendia, distribuía. Hoje, são quatro, com grande possibilidade de aumentar em breve.

“Também faço questão de manter a qualidade dos meus produtos, pois muitos começam a usar químicas para aumentar a produção. Mas continuo sendo 100% orgânico”, conclui.

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  • Utiliza expertise que vem desde a infância
  • Valorização do terroir nacional
  • Produção no interior, distribuição nas capitais
  • Foco em qualidade de vida

Salto: produção passou de 40 pães especiais por semana para 600, em 13 anos. Passou de 1 para 4 funcionários. Abriu uma loja nova.

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Mateo Raul, de 29 anos, nasceu na província de Sante Fé, na Argentina, mas veio com a família para o Brasil ainda na adolescência. Sua mãe, ao chegar em Florianópolis, notou que, nas lojas brasileiras, havia pouca oferta de roupas básicas, como é comum em seu país. Camisas, pijamas, vestidos sem estampa. Com isso, a família fundou a loja Mais Q Básica há dez anos, que tem duas unidades em Florianópolis e duas franquias no interior de São Paulo.

Mateo, formado em administração de empresas, não entrou de imediato nos negócios da família. Perambulou por alguns empregos, até que resolveu assumir o negócio em 2014. “Fiquei um ano patinando, até que fui no Sebrae”. Ali teve contato com o “Método do Presidente”.

“A grande mudança foi pensar um negócio pequeno/médio, familiar, mas seguindo as práticas das grandes empresas. Obviamente, minha empresa não tinha como ter um conselho (um “board”), mas, através do Sebrae, com uma pequena contribuição, pude conseguir as valiosas dicas de executivos de empresas, como Tigre e Portobello”, descreve.

Depois disso, tudo mudou. Ele passou a investir na vitrine, colocando preços mais chamativos (“faz toda a diferença”), tornou sua loja mais atrativa e colorida. Também focou em produtos que pudessem ter uma relação custo-benefício mais vantajosa para seus clientes. Na ideia inicial de sua mãe, havia muitos produtos “premium”, que encareciam o preço final. Ele focou mais no “básico”.

“Vejo muito empresário desistindo, botando a culpa no governo, na economia. Eu digo que  todo negócio é viável, basta profissionalizar a gestão”, diz ele. “E só isso não adianta, tem que estudar. Li mais de 20 livros para chegar às minhas conclusões sobre o negócio”.

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  • Buscar ajuda externa
  • Profissionalizar a gestão
  • Investir em vitrine e decoração da loja
  • Levar melhor custo-benefício para o consumidor
  • Literatura especializada

Salto: em dois anos de profissionalização, aumento de mais de 100% nas vendas.

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