Economia e Finanças

96% das MPEs sobreviveram à pandemia graças às vendas online

A nova edição do estudo global “Visa Back to Business – 2022 SMB Outlook” revela que 97% dos consumidores brasileiros pretendem continuar usando pagamentos digitais tanto quanto, ou até mais, do que em 2021. Além disso, para 93% das MPEs brasileiras pesquisadas, aceitar novas formas de pagamento é fundamental para seu crescimento, sinalizando que os pagamentos digitais não são mais um meio de se reinventar e sobreviver, mas de crescer em um mundo de novas realidades digitais.

“Os pagamentos deixaram de ser um simples meio de completar uma venda. Eles ajudam a criar uma experiência simples e segura que reflita a marca em todos os canais e ofereça utilidade à empresa e seus clientes”, diz Jeni Mundy, head global de Merchant Sales e Acquiring da Visa.

“As capacidades digitais construídas pelas pequenas empresas durante a pandemia – do pagamento por aproximação ao e-commerce – deixaram de ser um meio de se reinventar e sobreviver, mas de encontrar novos meios de crescer em realidades digitais.”

O estudo deste ano pesquisou pequenos empresários e consumidores de nove países, incluindo o Brasil, e revelou um consenso de que a perspectiva para 2022 é de otimismo e planos para aumentar ainda mais a digitalização.

O caminho para as MPEs em 2022
2022 traz otimismo: 97% das MPEs brasileiras se dizem otimistas com o futuro do seu negócio – o maior nível de otimismo registrado nos estudos Visa Back to Business até o momento.

Acelerando em direção a um futuro sem dinheiro de papel: a maioria das pequenas empresas brasileiras (58%) disse que já opera ou pretende operar totalmente sem dinheiro em espécie nos próximos dois anos. e elas chegarão a esse futuro antes dos consumidores brasileiros, já que 50% diz que pretende abandonar totalmente o uso de dinheiro em espécie nos próximos dois anos.

As MPEs estão abraçando os pagamentos digitais – inclusive as criptomoedas: 92% dos pequenos empresários brasileiros disseram que planejam aceitar alguma forma de pagamento digital em 2022, incluindo criptomoedas (32%) e pagamentos por aproximação (52%).

O e-commerce impulsionou os negócios: 96% das pequenas empresas brasileiras com presença online dizem ter sobrevivido à pandemia graças ao e-commerce, que respondeu por 53%, em média, do faturamento.

Segundo os pequenos empresários brasileiros, em 2022, as melhores oportunidades para alcançar novos clientes são investir mais em marketing (53%), aumentar a presença na mídia social (46%) e aceitar novas formas de pagamento (45%).

Os consumidores dão o tom em 2022
Considerando que 53% dos consumidores brasileiros disseram que já abandonaram uma compra porque o vendedor não aceitava pagamentos digitais, continuar aumentando a aceitação de pagamentos digitais é uma decisão sensata por parte das MPEs.

Entre os consumidores brasileiros, 76% disseram que, devido à pandemia, passaram a dar preferência aos pagamentos digitais, mudando sua forma de comprar. Em 2022, 91% dos consumidores brasileiros planejam comprar tanto quanto, ou até mais, de pequenas empresas.

Habilitação digital de 50 milhões de pequenas empresas
Desde o início da pandemia, a Visalançou uma série de programas baseados na comunidade para que um número maior de pequenas empresas pudessem aceitar pagamentos digitais e ter mais acesso à economia digital. Como parte desse compromisso, a Visa anunciou que ajudou a habilitar digitalmente 24 milhões de MPEs em todo o mundo, o que representa quase 50% da meta estabelecida em 2020 de digitalizar 50 milhões de MPEs nos próximos anos.

No Brasil, a Visa e o Instituto RME lançaram o programa Elas Prosperam, que tem como objetivo central ajudar no desenvolvimento dos negócios de mulheres para que elas possam conquistar a própria renda e independência financeira. Centenas de mulheres foram atendidas por meio de capacitações sobre fortalecimento de competências socioemocionais, finanças e transformação digital, por exemplo. Por meio do ‘Elas Prosperam’, Visa e Instituto RME buscam fomentar a criação de redes empreendedoras locais e capacitar gratuitamente mulheres de todo o país, levando lições de empreendedorismo e educação financeira.

Fonte: SpaceMoney

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