24 maio, 2024
0 ° C

ABComm lança Dia do Comércio Eletrônico

Programado para 12 de março, nova data busca homenagear profissionais do setor e movimentar a economia brasileira

Março é um mês especial para o comércio. O Dia da Mulher (8) e o do Consumidor (15) ajudam a impulsionar as vendas e atraem clientes para diversos setores. Pensando nisso, a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) programa para 12/03 o Dia do Comércio Eletrônico, com o objetivo de homenagear os profissionais do setor e movimentar ainda mais a economia nesse período do ano.

A data escolhida faz referência ao avanço da internet. A World Wide Web, interface da rede, foi criada por Tim Berners-Lee em 12 de março de 1993.

“Já são mais de 90 milhões de brasileiros que se beneficiam com a comodidade e praticidade do comércio eletrônico. Por trás de toda essa complexidade logística e tecnológica, existem profissionais e empreendedores que tornam isso possível”, ressalta Maurício Salvador, presidente da ABComm.

Projeto de Lei
Para que a data seja celebrada anualmente e fomente o comércio, a ABComm entrou com um Projeto de Lei no Congresso Nacional para instituir para 12/03 o Dia do Comércio Eletrônico. O projeto foi protocolado pelo deputado federal Maurício Neves, do Partido Progressistas (PP/SP), no último dia 5 de fevereiro e segue para debate no Congresso.

Mercado em alta
Dados da ABComm mostram que de 2019 a 2023 o faturamento do e-commerce dobrou e mais de 50% dos pedidos foram feitos pelo celular. Hoje, o e-commerce já ultrapassou a marca dos 10% das vendas totais do varejo e, para alguns segmentos, o percentual é superior a 50%.

O levantamento aponta ainda que a receita chegou aos R$ 90 bilhões em 2019 e aos R$ 185,7 bilhões em 2023. Pelo menos 87 milhões de consumidores compraram no formato virtual no ano passado, cujo ticket médio foi de R$ 470.

“Os números mostram que o Brasil avança rapidamente no setor e que há uma mudança de comportamento sólida dos usuários, que passaram a confiar mais no canal virtual. Isso faz com que o consumidor compre cada vez mais e movimente a economia da alimentação, beleza, saúde, decoração, dos eletrônicos, entre outros mercados”, reforça Salvador.