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Câmara do Conhecimento

[sc name=”titulo-secao-app” cor=”#48A63E” titulo=”Bem vestida”]

[sc name=”img-post-app” caminho=”http://revistavarejosa.com.br/wp-content/uploads/2016/10/2-camara-foto-liliane.png” alt=”” ]

[blockquote author=”” link=”” target=”_blank”]A ideia do Marcelo, de priorizar o funcionário, é essencial. Quando o vendedor é ouvido e treinado, ele age como se a loja fosse dele também. O que é um fator motivador que se reflete nas vendas.[/blockquote]

Quando criança, Liliane de Souza ajudava sua avó a confeccionar pequenas bolsas femininas. Depois do trabalho, elas partiam para uma nova jornada: a venda dos produtos para amigos e parentes. Um pouco maiorzinha, pré-adolescente, a brincadeira passou a ser outra. Lili começou a fazer cestas de café da manhã e ajudar em decoração de festas.

A menina caprichosa e criativa se apaixonou por livros, cresceu, formou-se em Letras. Virou professora. Tudo ia bem, mas o bichinho do vender e do servir a mordeu novamente. “Resolvi comprar R$ 100 de roupas em Goiânia e revender. Acabou em meia hora”, lembra, sorrindo.

Depois disso, fez faculdade de Moda, cursos profissionalizantes, de gestão e de marketing. Foram muitas entregas de roupas em um Ford KA apertado até que uma grande ideia surgiu! Com a popularização dos foodtrucks, por que não um “fashion truck”? Pintou o carro de branco, rosa e preto, customizou com sua marca e desenhos estilizados. Nascia, então, a Mulher Bem Vesti da, quatro anos depois dos R$ 100 investidos inicialmente.

A experiência deu muito certo. Liliane agora é Lili Brasil, seu nome artístico de vendas. Agora, não compra mais peças para revender, mas desenha e costura suas próprias roupas. “Lembrei das experiências com a minha avó, quando eu mesma poderia fazer”.

O próximo passo foi uma loja fixa. Mas, com um aluguel tão alto em tempos de “crise”, a solução foi encontrada no mundo compartilhado. Ela se associou a uma amiga e fundou uma loja colaborativa, na Asa Norte, em Brasília. “Expomos mais de 20 marcas. São marcas menores, que não poderiam ter uma loja por si só. Juntamos tudo e dividimos os custos”, explica.

O conceito de colaboração atinge em cheio certas comunidades do Facebook. É onde Lili, hoje com 31 anos, faz sua “propaganda” e conversa com mulheres, as mesmas que são seu público-alvo e que fogem ao estereótipo magro da sociedade. “Hoje, você vende em comunidades específicas virtuais, modificando a experiência da compra”, conclui.

[sc name=”titulo-secao” size=”18px” cor=”#48A63E” titulo=”PONTOS DE VIRADA”]

<ul class=”list_check”>
<li>Conceito de loja móvel, customizada</li>
<li>Experiência familiar, afetiva, com visão de negócios</li>
<li>Uso da internet com foco em comunidades específicas Identidade com o cliente, troca de experiências</li>
<li>Loja colaborativa: espaço para muitas marcas autorais</li>
</ul>
[sc name=”titulo-secao” size=”16px” cor=”#48A63E” titulo=”Salto: de sacoleira a dona de loja, sica e móvel, em 8 anos.”]

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[sc name=”titulo-secao-app” cor=”#48A63E” titulo=”Funcionário é cliente”]

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[blockquote author=”” link=”” target=”_blank”]Para quem está iniciando um negócio, a ideia do fashion truck da Lili traz mobilidade e é uma forma diferente de fidelizar. O desafio ai é replicar esse modelo em maior escala.”.[/blockquote]

Um dos clichês no comércio é que “o freguês tem sempre a razão”. O empresário Marcelo Doria, 35 anos, foi além. Quem “manda” em sua rede de lojas é o funcionário. Na página do Facebook do Depósito da Lingerie, o grande sucesso é a seção de fotos com destaques do mês. Os colegas, rapidamente, reagem às fotos, amam e comentam.

Na hora da reposição dos estoques, Marcelo veste as sandálias da humildade e conversa com um por um dos vendedores, na maioria mulheres. “Uma coisa essencial é não encalhar o estoque. Eles sabem mais do que eu o que realmente vende”.

Pelo menos uma vez por mês, há um café da manhã para os empregados. E, viva! As clientes também são convidadas. A loja vira uma grande festa. As lojas, no caso. Pois, 15 anos depois de ter começado em um pequeno quartinho, no terceiro andar de um edifício comercial, panfletando nas ruas, Marcelo, hoje, ostenta um império de doze lojas na Zona Leste de São Paulo.

Como um “Tite” da Seleção Brasileira, ele desfia conceitos. “Varejo depende de pessoas. Ainda mais em tempos de crise, quando você tem de fazer o básico, com eficiência. Em estilo boleiro: bola rasteira, toque curto, equipe unida e gol”, diz ele. E, atualmente, não há goleada sem ferramentas sociais. O Facebook, como dito, focado nos funcionários e o “zapzap” para as clientes, sempre de forma ponderada. “Você tem que dizer o que realmente importa nesse tipo de ferramenta”, afirma Marcelo.

Nesses ambientes são feitos também os convites às clientes para as festas dos funcionários. “Da próxima vez, chamarei Go Go boys”, anuncia Doria, que se formou em direito, para entender a burocracia do estado brasileiro, e em administração. Esta, ele já pratica desde o berço, pois é filho de, adivinhem, comerciantes de lingerie do ABC paulista. “Acho importante a educação continuada, por isso, criamos, aqui dentro, a Universidade da Lingerie, um pequeno cômodo onde são ministrados cursos de capacitação profissional, que se estendem também para fora do ambiente de trabalho, com Sebrae e CDL. “O funcionário tem de estar à frente”, conclui ele, também palestrante.

[sc name=”titulo-secao” size=”18px” cor=”#48A63E” titulo=”PONTOS DE VIRADA”]

  • Conceito: funcionário é cliente
  • Educação continuada
  • Uso de redes sociais com parcimônia e alvo definido
  • Interação: café da manhã de funcionários e clientes
  • Entretenimento

[sc name=”titulo-secao” size=”16px” cor=”#48A63E” titulo=”Salto: de uma sobreloja para 12 estabelecimentos em 18 anos.”]

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