18 fev, 2026
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Confiança dos serviços atinge maior patamar desde 2013

A confiança do setor de serviços cresceu pelo quinto mês seguido em julho, levando o indicador ao maior patamar desde setembro de 2013, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com a alta, a confiança dos serviços atingiu 100,9 pontos – pontuações acima de 100 indicam otimismo, e abaixo, pessimismo.

A confiança do setor de serviços cresceu pelo quinto mês seguido em julho, levando o indicador ao maior patamar desde setembro de 2013, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com a alta, a confiança atingiu 100,9 pontos – pontuações acima de 100 indicam otimismo, e abaixo, pessimismo.

“O resultado favorável foi influenciado tanto pela percepção de melhora da demanda corrente quanto das expectativas para os próximos meses”, apontou em nota Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE.

O indicador de situação atual subiu de 98,1 para 100,8 pontos. Já o índice de expectativas passou de 99,3 para 100,9 pontos.

Tobler ressaltou, no entanto, que o período eleitoral pode aumentar os níveis de incerteza econômica, embora as medidas de estímulo adotadas pelo governo recentemente devam “manter a atividade do setor aquecida e resultar em um terceiro trimestre mais positivo do que inicialmente esperado”.

Confiança do comércio
Depois de dois meses de recuperação, a confiança do comércio voltou a recuar em julho, passando de 97,9 para 95,1 pontos, se mantendo na faixa considerada pessimista.

Houve piora tanto na percepção sobre a situação atual dos negócios quanto nas expectativas para os próximos meses. O índice de situação atual, no entanto, se manteve acima dos 100 pontos, na faixa otimista, ao recuar de 108,5 para 105,6 pontos. Já o índice de expectativas passou de 87,5 para 84,8 pontos.

“É possível que as medidas recentes de estímulo adotadas pelo governo ainda sustentem o nível presente da demanda por mais alguns meses. Mas a inflação e juros em patamares elevados e os baixos níveis de confiança do consumidor devem segurar uma retomada mais consistente do setor”, avaliou Rodolpho Tobler.

Fonte: G1

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