Movimento Varejo

Varejo físico: fluxo cresce 28% e eleva expectativa do setor

O atual cenário do Brasil em relação ao varejo físico já está mais otimista. Considerando a diminuição significativa das restrições em relação à pandemia de Covid-19 por conta do avanço da vacinação, grande parte dos brasileiros já estão voltando às ruas para comprar. Porém, tudo isso acontece após um período complicado para os varejistas que viveram um abre-fecha intenso nos últimos anos. Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) divulgados em setembro de 2021, quase 600 mil empresas fecharam as portas desde o início da pandemia. Nesses momentos de instabilidade, muitos encontraram no comércio on-line uma oportunidade para seguir com as vendas. Agora, a reflexão do momento é como atuar com o híbrido, misturando as vantagens do virtual no varejo presencial para oferecer qualidade máxima ao novo consumidor.
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34% dos empreendedores no Brasil são mulheres

Cerca de 10,1 milhões de mulheres empreendem no Brasil, em 2022, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Contudo, mais da metade das mulheres começam um negócio por necessidade. A confeiteira Rayane Wents é uma delas. Há um ano, no batizado do filho, a brasiliense mostrou para os convidados suas habilidades com bolos e doces.
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Aumento de vendas no e-commerce impacta logística brasileira

Com um total de mais de R$ 161 bilhões, as compras online no Brasil bateram um recorde em 2021. O valor representa um aumento de 26,9% em relação ao ano anterior. No mesmo período, o número de pedidos cresceu 16,9%, totalizando mais de 353 milhões de entregas. Os dados são da Neotrust, empresa responsável pelo monitoramento do e-commerce no país.
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Pandemia e inflação aceleram avanço das marcas próprias

A pandemia e a disparada da inflação aceleraram o avanço das marcas próprias de alimentos, bebidas, itens de higiene e limpeza no carrinho de compras do brasileiro e nas prateleiras dos supermercados. Nos últimos anos, gigantes do varejo já vinham investindo na melhoria da qualidade de produtos feitos sob encomenda. Com preços, em média, 20% menores do que os das marcas líderes, a intenção das varejistas com a marca própria sempre foi fidelizar o cliente.