Lindt integra operações de varejo offline e online em 15 dias

Foto: Glenis Aymara/Pixabay

Faz mais de um ano que o Brasil começou a adotar medidas de restrição para tentar minimizar o impacto da pandemia de Covid-19. De lá para cá, o processo de digitalização foi acelerado e, diante do recrudescimento da pandemia, algumas soluções adotadas têm se mostrado um caminho sem volta. Para a fabricante e varejista de chocolates premium Lindt, a integração das lojas físicas com o e-commerce é um exemplo.

Com lojas próprias espalhadas por oito Estados brasileiros, a Lindt não possuía canais digitais próprios no País. A empresa começou a olhar para essa modalidade de negócio de forma diferente no ano passado, justamente após as primeiras medidas restritivas.

A largada do plano foi dada em março de 2020, e em apenas 15 dias a plataforma de pagamentos Adyen, a Lindt e o parceiro de operações de e-commerce viabilizaram a adição das lojas que faziam sentido no ecossistema virtual.

“Sabíamos que a Adyen havia nascido no mundo digital e levado essa inovação para os pagamentos em loja. Por isso, quando precisamos expandir nossas operações para o online, tínhamos ao nosso lado a parceira certa”, diz o gerente de TI da Lindt, Daniel Fernandes.

Entre as atribuições da Adyen, estão a gestão dos terminais de pagamento nas unidades físicas e o processamento das transações do e-commerce, tudo integrado em uma única plataforma com a tecnologia de unified commerce.

Modelo ship from store
Com cerca de 50 lojas no território nacional, a Lindt adotou o modelo ship from store, aproveitando o estoque das próprias lojas físicas para atender as vendas feitas em sua loja virtual. Assim, os estabelecimentos se tornaram pequenos centros de distribuição, garantindo que os produtos cheguem rapidamente e em perfeito estado à casa do consumidor.

O e-commerce foi suprindo a demanda até as lojas reabrirem com o abrandamento da quarentena. Foi então a vez de os terminais de pagamento fazerem diferença. O visor customizado dos aparelhos com o logo da Lindt e a velocidade de processamento chamaram a atenção dos clientes.

“Agora temos menos filas, mitigamos desistência dos clientes e ainda ganhamos mais espaço para expor produtos com a necessidade de menos terminais na loja. No fim do dia, isso significa que evitamos desgaste do time de loja, maior quantidade de conversão e melhores resultados para Lindt no geral”, afirma Daniel Fernandes.

Fonte: Mercado e Consumo

Relacionadas
Movimento Varejo

6 passos para lucrar com datas sazonais

As pessoas ficam mais dispostas a comprar e presentear pela tradição que cada data comemorativa traz
Movimento Varejo

Moda fitness ganha força após mudança de hábitos na pandemia da covid-19

O mercado de roupas esportivas se viu em alta, ainda durante o lockdown, com as pessoas se exercitando em casa e buscado conforto
Movimento Varejo

Supply chain 4.0: tecnologias para facilitar a gestão do estoque e aumentar as vendas

Com as tecnologias usadas no supply chain 4.0, lojistas podem traçar antecipadamente o perfil dos consumidores e, com isso, fazer compra mais assertiva de produtos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.