{"id":15136,"date":"2022-03-04T09:49:09","date_gmt":"2022-03-04T12:49:09","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=15136"},"modified":"2024-02-04T15:50:48","modified_gmt":"2024-02-04T18:50:48","slug":"mulheres-avancam-no-setor-de-tecnologia-e-se-tornam-mao-de-obra-qualificada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/mulheres-avancam-no-setor-de-tecnologia-e-se-tornam-mao-de-obra-qualificada\/","title":{"rendered":"Mulheres avan\u00e7am no setor de tecnologia e se tornam m\u00e3o de obra qualificada"},"content":{"rendered":"\n<p>Ainda que a for\u00e7a de trabalho das mulheres tenha crescido de forma consider\u00e1vel ao longo dos anos, h\u00e1 uma lacuna em determinadas profiss\u00f5es que ainda n\u00e3o \u00e9 preenchida por essas profissionais, um reflexo muito cultural e que segue na previs\u00e3o de mudar. Entre eles, um dos mais importantes \u2014 e tamb\u00e9m, veja que ironia, com maior falta de m\u00e3o de obra qualificada \u2014 \u00e9 o setor de tecnologia.<\/p>\n\n\n\n<p>E essa falta de qualifica\u00e7\u00e3o, vale destacar, n\u00e3o \u00e9 exatamente preenchida com profissionais diversos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), somente 20% da for\u00e7a de trabalho em tecnologia \u00e9 provinda de mulheres, mas essa porcentagem, que corresponde a uma amostragem de 2019, deve mudar em breve.<\/p>\n\n\n\n<p>Para se ter ideia, nos \u00faltimos cinco anos, a atua\u00e7\u00e3o feminina no setor saiu de 27,9 mil para 44,5 mil em 2019, um crescimento de 60%, como mostram os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). E, ainda assim, a quantidade n\u00e3o \u00e9 p\u00e1reo para suprir a quantidade de vagas abertas no mercado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Uma lacuna que as mulheres t\u00eam preenchido aos poucos<\/strong><br>Embora haja uma crescente qualifica\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante destacar que o pr\u00f3prio esfor\u00e7o do mercado tamb\u00e9m tem o objetivo de trazer mais mulheres ao segmento, al\u00e9m de preencher o espa\u00e7o deixado pela fuga de c\u00e9rebros no Brasil \u2014 que ocorre quando profissionais de tecnologia optam por vagas no exterior e, consequentemente, deixam uma falta de m\u00e3o de obra qualificada no Pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma das empresas que tem qualificado uma s\u00e9rie de trabalhadoras \u00e9 a Digital Innovationm One (DIO), que j\u00e1 capacitou mais de 210 mil mulheres e pretende, at\u00e9 o final de 2022, dar oportunidade a outras 280 mil profissionais. \u201cAs oportunidades para mulheres na tecnologia s\u00e3o muitas. Trabalhamos para que a inclus\u00e3o delas no mercado tech seja democr\u00e1tica e aconte\u00e7a mais r\u00e1pido do que o esperado\u201d, afirma o CEO da DIO, Igl\u00e1 Generoso.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa qualifica\u00e7\u00e3o acaba sendo fundamental j\u00e1 que a quantidade de vagas abertas para a \u00e1rea de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o (TI) \u00e9 imensa. Como mostra a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informa\u00e7\u00e3o e Comunica\u00e7\u00e3o (Brasscom), at\u00e9 2024, estima-se uma lacuna de 270 mil profissionais de TI, que culminar\u00e3o em uma perda de receita que gira em torno dos R$ 167 bilh\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA \u00e1rea de TI e Tecnologia em geral se destaca entre as que as mulheres v\u00eam conquistando cada vez mais espa\u00e7o, junto com o Marketing Digital, em fun\u00e7\u00f5es como Gest\u00e3o de Tr\u00e1fego e Design. Mas, sem d\u00favida, ainda \u00e9 preciso abrir muito mais oportunidades para elas, por isso, qualificar as mulheres \u00e9 fundamental\u201d, explica Gisele Miranda, mentora em Carreira &amp; Lideran\u00e7a Feminina.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Onde elas est\u00e3o na tecnologia?<\/strong><br>Outro ponto de destaque, explicado por Miranda, \u00e9 o local de atua\u00e7\u00e3o que as mulheres entram dentro do setor de tecnologia. Surpreendentemente, e em especial para cargos de gest\u00e3o, ela aponta a Ind\u00fastria e a Automobil\u00edstica, segmentos tradicionalmente preenchidos por homem.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cS\u00e3o segmentos mais conservadores, em que as mudan\u00e7as ocorrem de forma mais lenta. Mas o principal \u00e9 que as empresas e outros players promovam iniciativas voltadas para o p\u00fablico feminino, para que as disparidades gradativamente diminuam\u201d, acrescenta Gisele.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os pr\u00f3ximos anos, \u00e9 bem prov\u00e1vel que esse incentivo a qualifica\u00e7\u00e3o feminina fique ainda maior, com \u00e1reas dentro das pr\u00f3prias empresas para proporcionar mais estudo e profissionaliza\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, com o avan\u00e7o da luta pela equidade de g\u00eanero, \u00e9 ainda mais prov\u00e1vel que novas mulheres se interessem pelo segmento.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Fonte: Consumidor Moderno<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ainda que a for\u00e7a de trabalho das mulheres tenha crescido de forma consider\u00e1vel ao longo dos anos, h\u00e1 uma lacuna em determinadas profiss\u00f5es que ainda n\u00e3o \u00e9 preenchida por essas profissionais, um reflexo muito cultural e que segue na previs\u00e3o de mudar. 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