{"id":1579,"date":"2020-03-02T14:09:00","date_gmt":"2020-03-02T17:09:00","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=1579"},"modified":"2024-03-07T20:39:08","modified_gmt":"2024-03-07T23:39:08","slug":"o-melhor-do-brasil-sao-as-brasileiras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/o-melhor-do-brasil-sao-as-brasileiras\/","title":{"rendered":"O melhor do brasil s\u00e3o as brasileiras"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de Renata, Elizandra e R\u00fabia, tr\u00eas mulheres da periferia de S\u00e3o Paulo que v\u00eam sacudindo o mercado profissional do pa\u00eds<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mulheres empreendedoras, reconhecidas profissionalmente e com uma trajet\u00f3ria de supera\u00e7\u00e3o que j\u00e1 virou livro numa cole\u00e7\u00e3o chamada Biografias Colaborativas. Mesmo com tantas semelhan\u00e7as, o que une as hist\u00f3rias de Renata Alves, Elizandra Cerqueira e R\u00fabia Mara \u00e9 o fato de morarem na periferia da Grande S\u00e3o Paulo. Mas isso tamb\u00e9m j\u00e1 \u00e9 passado. A trinca j\u00e1 est\u00e1 muito al\u00e9m do velho discurso de que as comunidades tamb\u00e9m s\u00e3o lugares de grandes talentos e atualmente promovem uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o que vem mexendo com o cen\u00e1rio econ\u00f4mico e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA hist\u00f3ria j\u00e1 nos mostrou que foi em momentos de crise que a periferia conseguiu atrair os olhares para o que acontece l\u00e1 dentro. Desta vez, a crise econ\u00f4mica aconteceu justamente num momento em que as classes C, D e E vinham de um processo de empoderamento cultural e atraindo olhares do empresariado para o seu potencial de consumo. O resultado foi uma explos\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es e entendimentos do sistema que est\u00e3o abalando as estruturas de classe e o mercado de trabalho. Viva a crise\u201d, provoca R\u00fabia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Num momento em que a sociedade discute quest\u00f5es pol\u00edticas e se preocupa com a polariza\u00e7\u00e3o de ideologias, as grandes marcas precisam continuar vendendo seus produtos para sobreviver. O jeito foi correr atr\u00e1s do consumidor; pesquisas indicam que 75% da popula\u00e7\u00e3o faz parte das classes C, D e E e que 60% da sociedade vive em \u00e1reas perif\u00e9ricas.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"720\" height=\"960\" src=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/marc_foto_talkshow_periferia_caiocastro-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1580\" srcset=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/marc_foto_talkshow_periferia_caiocastro-1.jpg 720w, https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/marc_foto_talkshow_periferia_caiocastro-1-225x300.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEnquanto o mercado se preocupava em criar novas nomenclaturas, como economia solid\u00e1ria, empreendedorismo,&nbsp;<em>start-ups<\/em>&nbsp;e unic\u00f3rnios, n\u00f3s colocamos a m\u00e3o na massa. Quem mora em comunidades ou regi\u00f5es afastadas dos grandes centros j\u00e1 est\u00e1 acostumado a ter que criar o seu pr\u00f3prio trabalho. Com 12 milh\u00f5es de desempregados no pa\u00eds, o pr\u00f3prio mercado precisou enxergar essas pessoas como uma poss\u00edvel solu\u00e7\u00e3o para a crise\u201d, diz Renata.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com uma hist\u00f3ria digna de roteiro de cinema, a produtora ganhou proje\u00e7\u00e3o nacional em 2010, quando virou protagonista de uma campanha do governo federal. Aproveitou a oportunidade e fundou a Quebrada Produ\u00e7\u00f5es, uma&nbsp;<em>start-up<\/em>&nbsp;com sede no centro de Parais\u00f3polis, especializada em encontrar locais para grava\u00e7\u00e3o e equipe de figurantes dentro de comunidades e regi\u00f5es perif\u00e9ricas. A produ\u00e7\u00e3o audiovisual do \u201ccinema-verdade\u201d, como o premiad\u00edssimo Cidade de Deus, abriu portas e ela aproveitou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cCom a explos\u00e3o do \u2018<em>favela movie<\/em>\u2019 e das novelas que precisavam de loca\u00e7\u00f5es dentro das comunidades, nossa produtora surfou nessa crise e eu pude conhecer e entender o valor da periferia dentro do mercado audiovisual\u201d, conta. Recentemente, foi convidada a relatar sua hist\u00f3ria a convite da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU).<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Neg\u00f3cios sociais substituem a pr\u00e1tica assistencialista<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pr\u00e1tica assistencialista vem sendo substitu\u00edda pelos neg\u00f3cios de impacto. Anunciantes sentiram a necessidade de se comunicar com as classes C, D e E; consequentemente, surgiram in\u00fameros neg\u00f3cios dedicados a fomentar as marcas de informa\u00e7\u00f5es e m\u00e3o de obra vinda da periferia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cJ\u00e1 aprendemos como funciona o sistema desde quando ele era meramente assistencialista e agora estamos num momento de separar o que \u00e9 neg\u00f3cio social de explora\u00e7\u00e3o social. N\u00e3o h\u00e1 problema algum em lucrar em cima desse p\u00fablico, ali\u00e1s, essa \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O que n\u00e3o pode \u00e9 haver lucro demais para um lado da balan\u00e7a, sen\u00e3o a conta n\u00e3o fecha\u201d, explica R\u00fabia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com m\u00e3e professora de matem\u00e1tica e pai advogado, ambos funcion\u00e1rios p\u00fablicos, a jovem de 30 anos nasceu em Cidade Tiradentes, extremo Leste de S\u00e3o Paulo, e teve uma estrutura familiar que lhe permitiu seguir todo o roteiro cl\u00e1ssico da educa\u00e7\u00e3o formal, at\u00e9 o n\u00edvel superior. Formada em Jornalismo, se destacou como assessora de imprensa de grandes nomes do&nbsp;<em>funk<\/em>&nbsp;ostenta\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo. O g\u00eanero fez a cabe\u00e7a da juventude e extrapolou os limites da periferia em 2009. Desde ent\u00e3o, \u00e9 tratado como um neg\u00f3cio e sua estrutura inclui empres\u00e1rios, agentes e rela\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Mas engana-se quem imagina que foi a batida ou estilo ditado pelo g\u00eanero que chamou aten\u00e7\u00e3o de R\u00fabia. Cria do samba e da MPB, ela enxergou ali uma maneira de se destacar profissionalmente. Havia demanda e ela soube usar seus recursos para profissionalizar um movimento cultural historicamente marginalizado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cAlguns amigos brincam que sou uma \u2018patricinha\u2019 da periferia. Seguir uma linha intelectual e se envolver profissionalmente com manifesta\u00e7\u00f5es populares \u00e9 uma forma de manter o mercado de trabalho alinhado com o que vem das ruas. A cultura da rua muda muito r\u00e1pido, assim como seus h\u00e1bitos e prefer\u00eancias. \u00c9 dessa forma que exer\u00e7o a lideran\u00e7a comunit\u00e1ria\u201d, conta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recentemente, R\u00fabia inaugurou a Colmeia Tiradentes, o primeiro&nbsp;<em>coworking<\/em>&nbsp;da Zona Leste de S\u00e3o Paulo e que segue as mesmas diretrizes dos&nbsp;<em>hubs<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>colabs<\/em>&nbsp;em tend\u00eancia no mundo. Ganhou um edital p\u00fablico para realizar uma s\u00e9rie de eventos de economia solid\u00e1ria; o primeiro acontece em mar\u00e7o, chamado Ver\u00e3o Interativo. Al\u00e9m disso, \u00e9 dona de um&nbsp;<em>casting<\/em>&nbsp;poderoso que fomenta editoriais de moda e eventos \u201c<em>hypados<\/em>\u201d \u2013 mais modernos e contempor\u00e2neos \u2013 de S\u00e3o Paulo.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Potencial de consumo das periferias \u00e9 de R$ 168 bilh\u00f5es<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com pesquisa divulgada pelo Outdoor Social, o potencial de consumo das mais de seis mil comunidades brasileiras \u00e9 de R$ 168 bilh\u00f5es. Desse montante, quase R$ 30 bilh\u00f5es s\u00e3o destinados ao setor de alimentos. Fundadora do projeto M\u00e3os de Maria, ao lado de Juliana da Costa Gomes, Elizandra sabe muito bem a import\u00e2ncia do setor para a economia. Seu projeto re\u00fane mulheres v\u00edtimas de viol\u00eancia dom\u00e9stica e foi premiado na Fran\u00e7a.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-8f761849 wp-block-columns-is-layout-flex\">\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cEu fui v\u00edtima de viol\u00eancia dom\u00e9stica, mas, como sempre fui independente financeiramente, consegui sair desse cen\u00e1rio e vi no empreendedorismo uma ferramenta para libertar tantas outras mulheres que n\u00e3o conseguem sair dessa situa\u00e7\u00e3o\u201d. Seu engajamento na causa das mulheres \u00e9 fruto de uma lideran\u00e7a comunit\u00e1ria iniciada ainda na adolesc\u00eancia, quando participava do gr\u00eamio estudantil de seu col\u00e9gio. Dali para a atua\u00e7\u00e3o na associa\u00e7\u00e3o de moradores de Parais\u00f3polis foi um pulo, at\u00e9 em 2006 fundar a Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres de Parais\u00f3polis. \u201cO n\u00famero de mulheres na periferia \u00e9 muito grande. Juntar essa vontade de participa\u00e7\u00e3o com a capacita\u00e7\u00e3o foi o meu diferencial para conseguir desdobrar o projeto M\u00e3os de Maria em outras plataformas\u201d, diz.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/foto-p\u00e1gina-31-1024x768-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1581\"\/><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recentemente, ela e a s\u00f3cia abriram um bistr\u00f4 numa laje em Parais\u00f3polis, que se tornou ponto tur\u00edstico e roteiro obrigat\u00f3rio para executivos que trabalham com neg\u00f3cios e precisam se aproximar dos consumidores, assim como turistas curiosos com os h\u00e1bitos culturais, al\u00e9m daqueles que querem apenas curtir uma boa m\u00fasica e comida t\u00edpica brasileira da melhor qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cRecebemos empres\u00e1rios, publicit\u00e1rios, celebridades, turistas estrangeiros, com toda a simpatia que esperam de n\u00f3s. Nossa laje \u00e9 cen\u00e1rio para grava\u00e7\u00e3o de in\u00fameros programas e, por tr\u00e1s de tudo, sabemos muito bem o que podemos aproveitar com a receptividade de cada a\u00e7\u00e3o dessa. Somos mulheres de neg\u00f3cio\u201d, diverte-se Elizandra. Atualmente, ela se dedica a desdobrar o projeto em aplicativos e participa de in\u00fameros eventos capacitando outras lideran\u00e7as femininas.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>O poder das mulheres perif\u00e9ricas<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o muitos os fatores que contribuem para que mulheres partam para o empreendedorismo: a flexibilidade de hor\u00e1rios, a necessidade de ter mais de uma fonte de renda, a falta de rede de apoio familiar, a aus\u00eancia de um companheiro para dividir tarefas, entre outros. Se, para tantas mulheres, esses s\u00e3o desafios vigentes, para as mulheres que moram nas periferias, elas ainda t\u00eam outra quest\u00e3o: morar e viver longe de centros urbanos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A mulher perif\u00e9rica percebeu que, fora dos grandes centros urbanos, h\u00e1 espa\u00e7o para o crescimento de uma economia local, mais pr\u00f3xima de seus consumidores, com uma for\u00e7a de crescimento assustadora e com energia para crescer e se perpetuar. Estamos na era do mercado de nicho; sendo assim, neg\u00f3cios locais feitos por moradores, adaptados para suas necessidades, valores e gostos, ganham uma pot\u00eancia inestim\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Se a crise expulsou as trabalhadoras de carteira assinada dos centros empresariais, elas ergueram as mangas, aprenderam a fazer bolo no pote (recicl\u00e1vel) e sa\u00edram \u00e0s ruas vendendo sua produ\u00e7\u00e3o. Hoje, essa mesma empreendedora possui conta no iFood, conta com&nbsp;<em>motoboys<\/em>&nbsp;que entregam suas encomendas e j\u00e1 estuda a possibilidade de criar uma linha de produtos para quem possui restri\u00e7\u00f5es alimentares. Na atual conjuntura brasileira, em que vivemos uma crise de institui\u00e7\u00f5es, s\u00e3o as mulheres perif\u00e9ricas que est\u00e3o fazendo a roda da economia girar. Precisamos aprender e nos inspirar com essas lideran\u00e7as, mulheres brasileiras que n\u00e3o desistiram e est\u00e3o em busca da mudan\u00e7a, de dentro de casa para sua rua. Do local para o global, o lugar dessas mulheres \u00e9 o mundo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conhe\u00e7a a hist\u00f3ria de Renata, Elizandra e R\u00fabia, tr\u00eas mulheres da periferia de S\u00e3o Paulo que v\u00eam sacudindo o mercado profissional do pa\u00eds Mulheres empreendedoras, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":1582,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1836],"tags":[],"class_list":["post-1579","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-marketing-e-vendas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1579","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1579"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1579\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1582"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1579"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1579"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1579"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}