{"id":24991,"date":"2019-04-09T21:36:10","date_gmt":"2019-04-10T00:36:10","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=1921"},"modified":"2024-03-07T20:24:19","modified_gmt":"2024-03-07T23:24:19","slug":"horta-no-telhado-da-empresa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/horta-no-telhado-da-empresa\/","title":{"rendered":"Horta no telhado da empresa?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sim! Conhe\u00e7a a start-up de impacto social ganhadora de pr\u00eamios<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De um trabalho em plena seca do sert\u00e3o nordestino, surgiu a ideia da&nbsp;<em>start-up<\/em>&nbsp;Plant Fazendas Urbanas para pr\u00e9dios corporativos da capital paulista. O projeto, que cultiva hortas no topo dos escrit\u00f3rios e empresas, nos arranha-c\u00e9us de S\u00e3o Paulo, tem DNA social, porque ajuda na gera\u00e7\u00e3o de renda e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel dos bairros carentes. Transforma espa\u00e7os ociosos. Conecta pessoas em ambientes corporativos \u00e0 atividade agr\u00edcola, ao verde e a uma vida mais saud\u00e1vel. Ainda, proporciona \u00e0s empresas uma forma de contribuir para melhorar o ecossistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u00ea Andrade \u2013 como a idealizadora do projeto gosta de ser chamada \u2013 conta que o projeto nasceu em 2016, depois de um trabalho comunit\u00e1rio com hortali\u00e7as, no interior da Bahia e Piau\u00ed, em plena regi\u00e3o da seca. Foi l\u00e1 que ela aprendeu o valor das hortas como ferramenta em processo de autonomia alimentar.\u00a0Dessa sua atua\u00e7\u00e3o, nasceu a ideia de reproduzi-las nos telhados de grandes empresas, em S\u00e3o Paulo, sua cidade natal, com o objetivo de gerar renda para fam\u00edlias carentes. De repente, viu seu projeto ser apoiado e chancelado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). E a semente do empreendedorismo foi plantada.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/abr_StartMeUp_equipe-1024x768-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1922\" width=\"560\" height=\"419\" srcset=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/abr_StartMeUp_equipe-1024x768-1.jpg 1024w, https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/abr_StartMeUp_equipe-1024x768-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2020\/07\/abr_StartMeUp_equipe-1024x768-1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cRecebi um convite para participar do&nbsp;<em>The Big Hackatton<\/em>, uma maratona para desenvolver neg\u00f3cios em poucos dias, promovido pela Campus Party Brasil e pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O desafio era criar uma empresa que melhor atendesse aos 17 objetivos de desenvolvimento sustent\u00e1vel da ONU at\u00e9 2030. Levei minha ideia e deu certo\u201d, conta a empres\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com menos de dois anos de empresa e, atualmente, com os s\u00f3cios Jeison Cechella e Jean Roversi, os empreendedores j\u00e1 se dividem para reuni\u00f5es de apresenta\u00e7\u00f5es da&nbsp;<em>start-up<\/em>&nbsp;em outros estados. Segundo L\u00ea, n\u00e3o h\u00e1 outra empresa ou&nbsp;<em>start-up<\/em>&nbsp;que trabalhe usando os pilares de atua\u00e7\u00e3o social da Plant Fazendas Urbanas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cHoje, temos projetos de constru\u00e7\u00e3o em outros estados, porque conseguimos atender a qualquer cidade que possua cooperativas de material reciclado, agricultura familiar e pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A produ\u00e7\u00e3o das hortali\u00e7as nos telhados das corpora\u00e7\u00f5es vai para os restaurantes das pr\u00f3prias empresas ou \u00e9 vendida em feiras por moradores de associa\u00e7\u00f5es de bairros carentes, permitindo, assim, a gera\u00e7\u00e3o de renda para essas pessoas. Al\u00e9m disso, parte do lucro da venda \u00e9 revertida para novas hortas em regi\u00f5es carentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA Plant Fazendas Urbanas acredita muito que as grandes corpora\u00e7\u00f5es t\u00eam o poder de transformar a sociedade. Qualquer espa\u00e7o subutilizado pode virar uma horta ou um centro de compostagem\u201d, relata L\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como s\u00e3o feitas as hortas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo o material usado pela empresa vem de material reciclado, adquirido de moradores de \u00e1reas carentes. A hortali\u00e7a \u00e9 plantada com material org\u00e2nico produzido pela&nbsp;<em>start-up<\/em>. Em vez de ir para um aterro sanit\u00e1rio, o material recolhido dos restaurantes, como restos de alimenta\u00e7\u00e3o, segue para um centro de compostagem de material org\u00e2nico e retorna para a horta como mat\u00e9ria-prima abundante em vitaminas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo o trabalho \u00e9 feito com a ajuda dos s\u00f3cios e de mais tr\u00eas mulheres das comunidades carentes que trabalham como mantenedoras das hortas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reconhecimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O resultado de tudo isso s\u00f3 podia dar em reconhecimento! A Plant Fazendas Urbanas ganhou o primeiro lugar como Neg\u00f3cio de Impacto Social, em uma premia\u00e7\u00e3o promovida pelo Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e PNUD, e o segundo lugar como Neg\u00f3cio de Impacto Ambiental, concedido pelo Sebrae.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhe\u00e7a mais detalhes no site&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.plant.eco.br\/\">www.plant.eco.br\/.<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sim! 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