{"id":25878,"date":"2024-07-19T11:21:03","date_gmt":"2024-07-19T14:21:03","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=25878"},"modified":"2024-07-16T16:51:08","modified_gmt":"2024-07-16T19:51:08","slug":"empreender-depois-da-maternidade-dona-de-negocio-digital-compartilha-dicas-de-como-comecar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/empreender-depois-da-maternidade-dona-de-negocio-digital-compartilha-dicas-de-como-comecar\/","title":{"rendered":"Empreender depois da maternidade: dicas de como come\u00e7ar"},"content":{"rendered":"<p>A maternidade combinada com a pandemia foram o empurr\u00e3ozinho que faltava para que a jornalista Elisa Langsch, de 38 anos, abandonasse de vez seu <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?city=756\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">emprego tradicional de 40h semanais<\/a> e entrasse de cabe\u00e7a no empreendedorismo. At\u00e9 ent\u00e3o, seu hobby como produtora de conte\u00fado digital ainda n\u00e3o representava um extra na renda <a href=\"https:\/\/site.cndl.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mensal<\/a>, mas, ap\u00f3s a chegada do seu primog\u00eanito, ela resolveu apostar na ideia. \u201cMeu filho nasceu duas semanas ap\u00f3s o in\u00edcio do isolamento. Ent\u00e3o, al\u00e9m de a maternidade ter sido uma grande mudan\u00e7a, todo o resto come\u00e7ou a mudar\u201d, relata. \u201cA gente passou a usar muito mais a internet. O mercado on-line tamb\u00e9m cresceu bastante e empreender depois da maternidade virou uma possibilidade real para mim\u201d, acrescenta.19<\/p>\n<p>Atualmente, ela e o marido comandam a Edufe Digital, que presta consultoria para gestantes que est\u00e3o preparando o enxoval do beb\u00ea, com foco na m\u00e3e de primeira viagem. A ideia foi amadurecendo depois que Elisa encontrou seu nicho on-line, principalmente nas redes sociais, onde a jornalista come\u00e7ou compartilhando dicas de organiza\u00e7\u00e3o do lar e evoluiu para o p\u00fablico composto, principalmente, por m\u00e3es.<\/p>\n<p>&#8220;Esse \u00e9 um mercado enorme, existem muitas possibilidades. Acredito que em 10 anos a gente vai conseguir oferecer um servi\u00e7o bem mais completo&#8221;, Elisa Langsch, empreendedora digital.<\/p>\n<p>A afirma\u00e7\u00e3o de Elisa se encaixa na realidade apurada pela quinta edi\u00e7\u00e3o da Pesquisa Pulso dos Pequenos Neg\u00f3cios, que revela que, quando se trata de utilizar ferramentas digitais, sobretudo as redes sociais, como canais de venda, as mulheres se destacam.<\/p>\n<p>O estudo do Sebrae em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) tamb\u00e9m mostra que 78% das empresas que mais vendem por meios digitais s\u00e3o comandadas por elas. Entre os empreendedores homens, esse percentual \u00e9 de 68%. J\u00e1 a segunda edi\u00e7\u00e3o dessa mesma pesquisa indica que o WhatsApp e o Instagram s\u00e3o as redes sociais mais utilizadas para vender produtos e servi\u00e7os pelos pequenos neg\u00f3cios independentemente do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Para a empreendedora, que \u00e9 m\u00e3e de dois filhos pequenos, todos os neg\u00f3cios conseguiram encontrar a sua presen\u00e7a on-line no mundo p\u00f3s-pandemia. \u201cIsso facilitou muito o empreendedorismo feminino porque antes, para conseguir empreender, a mulher precisava abrir uma franquia ou a pr\u00f3pria loja, passar muito tempo fora de casa e isso n\u00e3o resolvia uma s\u00e9rie de quest\u00f5es dom\u00e9sticas\u201d, explica. E continua: \u201cN\u00e3o quer dizer que hoje ficaremos em casa para sempre, mas talvez voc\u00ea queira ficar em casa por alguns anos, enquanto seus filhos s\u00e3o menores, que \u00e9 o meu caso. Futuramente, talvez eu nem precise mais ficar tanto tempo assim. Estou muito aberta a essas mudan\u00e7as na empresa e na minha vida tamb\u00e9m.\u201d<\/p>\n<p><strong>Seguran\u00e7a primeiro, liberdade depois<\/strong><\/p>\n<p>A liberdade foi o ponto que chamou mais atraiu Elisa para o empreendedorismo. \u201cAntes da pandemia, era normal para todo mundo aquele trabalho presencial, de passar 12 horas por dia fora de casa. Mas, ao virar m\u00e3e, isso perdeu totalmente o sentido. Eu queria ter a escolha, a liberdade de decidir: se meu filho ficou doente, eu posso ficar em casa n\u00e3o preciso dar satisfa\u00e7\u00e3o para ningu\u00e9m. Simplesmente adapto a minha semana, a minha rotina. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, mas eu queria ter a liberdade e foi isso que eu conquistei com a mudan\u00e7a de carreira\u201d, conta.<\/p>\n<p>Para as m\u00e3es que est\u00e3o pensando em empreender, assim como Elisa, ela traz conselhos que podem ajudar na ado\u00e7\u00e3o de uma nova jornada de trabalho:<\/p>\n<p><strong>Construa uma transi\u00e7\u00e3o com seguran\u00e7a:<\/strong> \u00e9 claro que uma mudan\u00e7a de vida sempre trar\u00e1 consigo riscos, mas, se guardar dinheiro for uma op\u00e7\u00e3o vi\u00e1vel, organize-se e se prepare para abrir seu neg\u00f3cio com seguran\u00e7a. Estruture sua vida financeira ao m\u00e1ximo para fazer uma transi\u00e7\u00e3o de um emprego tradicional para o empreendedorismo com tranquilidade.<\/p>\n<p><strong>N\u00e3o se apegue aos problemas:<\/strong> muitas dificuldades fazem parte do caminho empreendedor, especialmente para quem est\u00e1 entrando em um mercado novo, mas \u00e9 necess\u00e1rio ter em mente o objetivo principal e n\u00e3o se deixar abalar pelos problemas, procure solu\u00e7\u00f5es. \u00c9 preciso estar aberto para aprender novas ferramentas e conhecer pessoas que podem ajudar no caminho.<\/p>\n<p><strong>Cerque-se de pessoas que fizeram o mesmo caminho que voc\u00ea:<\/strong> a\u00a0transi\u00e7\u00e3o de carreira ou entrar em um novo mercado pode ser assustador. Estar pr\u00f3ximo de pessoas que j\u00e1 trabalharam na \u00e1rea antes pode ser uma virada de chave. Invista em cursos onde voc\u00ea possa fazer networking. As mentorias tamb\u00e9m s\u00e3o espa\u00e7os muito interessantes, porque al\u00e9m de um mentor compartilhando conhecimento, s\u00e3o v\u00e1rias pessoas trocando experi\u00eancias e dificuldades. Sempre h\u00e1 algu\u00e9m que j\u00e1 vivenciou o seu problema e pode apontar alternativas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com empresa voltada para p\u00fablico composto majoritariamente por m\u00e3es, Elisa Langsch preferiu ter seguran\u00e7a antes de se lan\u00e7ar no mercado virtual<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":25893,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[101],"tags":[247,317,4612,2503,336,3313],"class_list":["post-25878","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tendencias","tag-comercio","tag-empreendedorismo","tag-empreendimento","tag-empresa","tag-gestao","tag-maternidade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25878","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25878"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25878\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25893"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25878"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25878"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25878"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}