{"id":28460,"date":"2025-04-27T13:07:20","date_gmt":"2025-04-27T16:07:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=28460"},"modified":"2026-02-03T14:47:18","modified_gmt":"2026-02-03T17:47:18","slug":"maioria-dos-conselheiros-e-executivos-avalia-que-suas-empresas-estao-preparadas-para-choques-externos-em-2025","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/maioria-dos-conselheiros-e-executivos-avalia-que-suas-empresas-estao-preparadas-para-choques-externos-em-2025\/","title":{"rendered":"Maioria dos conselheiros e executivos avalia que suas empresas est\u00e3o preparadas para choques externos em 2025"},"content":{"rendered":"<p>A maioria dos executivos e conselheiros de administra\u00e7\u00e3o (53,6%) avalia que suas empresas est\u00e3o preparadas para se anteciparem e mostrarem adapta\u00e7\u00e3o a choques externos nos pr\u00f3ximos 12 meses, conforme dados da pesquisa \u201cPerspectiva dos conselheiros e executivos \u2013 ambiente de neg\u00f3cios e governan\u00e7a corporativa (2\u00aa edi\u00e7\u00e3o &#8211; 2025)\u201d, elaborada pelo Instituto Brasileiro de Governan\u00e7a Corporativa (IBGC). O estudo aponta <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">que<\/a> 38,4% t\u00eam uma vis\u00e3o \u201cneutra\u201d <a href=\"https:\/\/site.cndl.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">sobre<\/a> a quest\u00e3o e somente 8% se declararam pessimistas. O levantamento mostra ainda que os profissionais, predominantemente, consideram prov\u00e1vel (45%), ou muito prov\u00e1vel (41,8%), que a governan\u00e7a corporativa seja primorada nas companhias em 2025, totalizando 86,8%.<\/p>\n<p>Entre os conselheiros e executivos que participaram da pesquisa, 32,1% avaliam o ambiente de neg\u00f3cios como \u201cbom\u201d para os pr\u00f3ximos 12 meses. J\u00e1 24,9% classificam como \u201cruim\u201d, enquanto 34,4% t\u00eam uma avalia\u00e7\u00e3o neutra. \u201cApesar de mais da metade das empresas afirmar estar preparada para choques externos, somente pouco mais de 30% dos entrevistados t\u00eam uma perspectiva positiva sobre o cen\u00e1rio, indicando que n\u00e3o h\u00e1 grande otimismo\u201d, afirma Danilo Greg\u00f3rio, gerente de Conhecimento e Rela\u00e7\u00f5es Institucionais do IBGC.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o dos administradores, os fatores que mais poder\u00e3o colocar em risco o ambiente de neg\u00f3cios s\u00e3o: carga tribut\u00e1ria (apontado por 58,7% dos respondentes), infla\u00e7\u00e3o (50,1%), corrup\u00e7\u00e3o (32,4%), baixa qualifica\u00e7\u00e3o da m\u00e3o de obra (25,5%) e dificuldade de obten\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito (23,8%).<\/p>\n<p>Ainda conforme a pesquisa, os principais investimentos pretendidos pelas organiza\u00e7\u00f5es dos respondentes, nos pr\u00f3ximos meses, s\u00e3o: expans\u00e3o de mercado (55,3%), investimentos em capital humano (33,2%) e em intelig\u00eancia artificial (30,4%).<\/p>\n<p>\u201cO resultado mostrou que a intelig\u00eancia artificial, definitivamente, j\u00e1 ocupa um lugar de destaque entre os principais investimentos das empresas, ao lado de fatores tradicionais. Acreditamos que \u00e9 uma tend\u00eancia que deve se manter nos pr\u00f3ximos anos\u201d, analisa.<\/p>\n<p><strong>Desafios<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto 86,8% dos respondentes declararam que \u00e9 \u201cprov\u00e1vel\u201d ou \u201cmuito prov\u00e1vel\u201d a inten\u00e7\u00e3o de melhorar a governan\u00e7a nos pr\u00f3ximos 12 meses, 43,6% afirmaram que as pr\u00e1ticas relativas \u00e0 estrutura e procedimentos do conselho s\u00e3o as mais prov\u00e1veis de serem aprimoradas. Na sequ\u00eancia, est\u00e3o as pr\u00e1ticas associadas ao compliance e integridade (41,3%) e relacionamento entre s\u00f3cios (36,7%).<\/p>\n<p>No entanto, os profissionais apontaram que existem alguns desafios para implement\u00e1-la, como a percep\u00e7\u00e3o de incerteza sobre a rela\u00e7\u00e3o entre seus custos e benef\u00edcios (41,3%). Para 31% dos respondentes, o desafio est\u00e1 no fato de haver um entendimento, entre os principais grupos de influ\u00eancia, de que a governan\u00e7a j\u00e1 se encontra em um n\u00edvel adequado, sem necessidade de aprimoramento.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa mostrou que h\u00e1 espa\u00e7o para melhorar a governan\u00e7a, mas nem sempre \u00e9 f\u00e1cil identificar benef\u00edcios concretos no curto prazo. O mais importante seria ver as boas pr\u00e1ticas como fator que reduz riscos e gera valor no longo prazo\u201d, ressalta Danilo.<\/p>\n<p><strong>Tend\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p>Conforme a pesquisa, os principais temas que os conselhos pretendem discutir com maior frequ\u00eancia em 2025, em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior, s\u00e3o: inova\u00e7\u00e3o (apontado por 56,7% dos respondentes), avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial (55,4%) e gest\u00e3o de riscos (51,9%).<\/p>\n<p>Para 22,6% dos respondentes, os conselhos est\u00e3o muito despreparados para discutir mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, enquanto 8,2% os consideram totalmente despreparados. Em rela\u00e7\u00e3o aos desastres ambientais, os percentuais sobem para 25,6% e 8,9%, respectivamente. Sobre o avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial, 24% dos conselheiros e executivos consideram os conselhos muito despreparados e 8,9% consideram totalmente despreparados para abordar a quest\u00e3o.<\/p>\n<p>A amostra desta pesquisa \u00e9 composta por 349 respondentes, dos quais 167 (47,9%) s\u00e3o diretores executivos e 182 (52,1%) s\u00e3o conselheiros. Desse total, 22,9% s\u00e3o conselheiros consultivos; 21,8% s\u00e3o conselheiros de administra\u00e7\u00e3o; e 7,4% s\u00e3o conselheiros fiscais. Como as respostas foram coletadas de 4 de novembro a 9 de dezembro de 2024, \u00e9 importante lembrar que as percep\u00e7\u00f5es dos participantes podem ter mudado no in\u00edcio de 2025, em fun\u00e7\u00e3o de conjunturas nacional e internacional.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo aponta que 38,4% dos respondentes t\u00eam uma vis\u00e3o \u201cneutra\u201d sobre o tema<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":25782,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[5583],"class_list":["post-28460","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-negocios-e-economia","tag-executivos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28460","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28460"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28460\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25782"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28460"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28460"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28460"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}