{"id":30498,"date":"2026-03-20T16:17:05","date_gmt":"2026-03-20T19:17:05","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=30498"},"modified":"2026-02-11T11:47:41","modified_gmt":"2026-02-11T14:47:41","slug":"69-dos-profissionais-planejam-cursos-rapidos-e-certificacoes-para-se-manter-competitivos-em-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/69-dos-profissionais-planejam-cursos-rapidos-e-certificacoes-para-se-manter-competitivos-em-2026\/","title":{"rendered":"69% dos profissionais planejam cursos r\u00e1pidos e certifica\u00e7\u00f5es para se manter competitivos em 2026"},"content":{"rendered":"<p>A corrida por atualiza\u00e7\u00e3o profissional deve ganhar ainda mais tra\u00e7\u00e3o em 2026. De acordo com nova pesquisa da EDC Group, multinacional focada em consultoria e outsourcing de RH, 69% dos profissionais dizem que pretendem fazer cursos de curta dura\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00f5es para se manterem competitivos no <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">mercado<\/a> no pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia, estudo de idiomas (48%) e aprender novas tecnologias por conta pr\u00f3pria (44%) formam o \u201ctop 3\u201d de prioridades para 2026, mostrando que o profissional j\u00e1 enxerga competitividade como combina\u00e7\u00e3o de praticidade, autonomia e atualiza\u00e7\u00e3o constante.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaNapMd0LKZ5yE4wsS1M\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-30457\" src=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Banner.jpg\" alt=\"\" width=\"970\" height=\"160\" srcset=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Banner.jpg 970w, https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Banner-300x49.jpg 300w, https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/Banner-768x127.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 970px) 100vw, 970px\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u201cNossa pesquisa revelou que, em 2026, o profissional busca duas coisas ao mesmo tempo: velocidade para se atualizar e caminho claro para aplicar isso na carreira. Curso curto e certifica\u00e7\u00e3o viraram um jeito de n\u00e3o ficar para tr\u00e1s e se manter atualizado. Do lado das empresas, o desafio \u00e9 transformar desenvolvimento em pr\u00e1tica cotidiana, com trilhas objetivas e oportunidade real de crescimento\u201d, explica Daniel M. Campos Neto, CEO da EDC Group.<\/p>\n<p><strong>Prioridades para se manter competitivo<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 um consenso entre todas as gera\u00e7\u00f5es sobre o que priorizar para se manter competitivo em 2026, sendo cursos de curta dura\u00e7\u00e3o e certifica\u00e7\u00f5es a op\u00e7\u00e3o mais escolhida: 69% (Gera\u00e7\u00e3o Z), 72% (Millennials), 65% (Gera\u00e7\u00e3o X) e 57% (Baby Boomers). J\u00e1 a segunda prioridade muda por perfil. Gen Z e Millennials priorizam mais idiomas (60% e 47%), enquanto Gen X e Boomers buscam aprender novas tecnologias por conta pr\u00f3pria (48% e 50%), sendo essa somente a terceira prioridade dos mais jovens.<\/p>\n<p>Segundo o CEO da EDC Group, isso \u00e9 explicado pelo contexto em que cada gera\u00e7\u00e3o foi formada. \u201cOs mais jovens nasceram em um mundo globalizado e interconectado, onde atualiza\u00e7\u00e3o r\u00e1pida e flu\u00eancia internacional s\u00e3o diferenciais naturais\u201d, explica. \u201cJ\u00e1 Baby Boomers e Gen X s\u00e3o gera\u00e7\u00f5es moldadas pela l\u00f3gica do esfor\u00e7o individual, autodidatismo e adapta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua, especialmente por terem vivido a transi\u00e7\u00e3o do anal\u00f3gico para o digital\u201d.<\/p>\n<p>O estudo da EDC tamb\u00e9m aponta um desinteresse dos Baby Boomers por idiomas, networking e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o as demais gera\u00e7\u00f5es. De acordo com Campos Neto, nessa fase de carreira mais madura, eles j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o focados em expans\u00e3o, visibilidade ou grandes viradas profissionais.<\/p>\n<p>\u201cNo in\u00edcio da carreira, o profissional tende a apostar no que amplia portas e mobilidade. Mais adiante, a busca muda para efici\u00eancia, autonomia e adapta\u00e7\u00e3o ao que j\u00e1 est\u00e1 transformando o trabalho. O foco passa a ser desenvolvimento e aprendizado\u201d, afirma o executivo.<\/p>\n<p><strong>Quase metade dos profissionais est\u00e1 aberta a mudar de emprego<\/strong><\/p>\n<p>Quando perguntados se pretendem trocar de emprego nos pr\u00f3ximos meses, 55% dos respondentes dizem que n\u00e3o planejam mudar. Ainda assim, h\u00e1 um contingente relevante j\u00e1 com horizonte de movimenta\u00e7\u00e3o: 13% pretendem trocar em at\u00e9 3 meses e 10% entre 3 a 6 meses.<\/p>\n<p>No m\u00e9dio prazo, 11% indicam troca em 6 a 12 meses e outros 10% afirmam que a mudan\u00e7a deve acontecer apenas depois de 12 meses. Na soma, 45% se veem trocando de emprego em algum horizonte, e 23% j\u00e1 colocam essa decis\u00e3o no curto prazo (at\u00e9 6 meses).<\/p>\n<p>Quando se pergunta o que leva \u00e0 decis\u00e3o de trocar, a resposta \u00e9 pragm\u00e1tica e direta: falta de plano de carreira (24%) e sal\u00e1rio (24%) aparecem praticamente empatados no topo. Depois v\u00eam cultura da empresa (8%) e perfil da lideran\u00e7a (7%), indicando que a mudan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 dinheiro, mas inclui perspectiva e ambiente.<\/p>\n<p>\u201cAs pessoas buscam evolu\u00e7\u00e3o concreta e reconhecimento compat\u00edvel. Quando a empresa n\u00e3o deixa claro qual \u00e9 o pr\u00f3ximo passo \u2014 e em quanto tempo ele pode acontecer \u2014 o trabalho passa a ser visto como tempor\u00e1rio, e o profissional come\u00e7a a planejar a pr\u00f3xima mudan\u00e7a\u201d, comenta o CEO.<\/p>\n<p><strong>Motivos mudam com a gera\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Ao olhar por gera\u00e7\u00e3o, o dado chama aten\u00e7\u00e3o porque refor\u00e7a que pedir demiss\u00e3o voluntariamente n\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o: em todas as faixas, quase metade n\u00e3o pretende trocar de emprego (57% na Gen Z, 49% em Millennials, 56% na Gen X e 50% em Boomers). A outra metade pretende realizar, seja em 3, 6 ou 12 meses.<\/p>\n<p>Nas justificativas para tomar a decis\u00e3o, h\u00e1 um padr\u00e3o que se repete, mas tamb\u00e9m existem diferen\u00e7as sutis entre os perfis: falta de plano de carreira e sal\u00e1rio lideram em todas as gera\u00e7\u00f5es. Por\u00e9m, entre os mais jovens, os motivos seguintes tendem a come\u00e7ar por cultura e burnout, evoluindo para flexibilidade e lideran\u00e7a.<\/p>\n<p>J\u00e1 entre os mais velhos, passam a incluir pacote de benef\u00edcios, refor\u00e7ando que o que fragiliza a rela\u00e7\u00e3o com o trabalho varia conforme momento de vida e prioridades. Segundo o CEO da EDC Group, isso mostra uma transi\u00e7\u00e3o. \u201cO motivo da demiss\u00e3o vai de uma carga emocional e ambiental nas gera\u00e7\u00f5es jovens, passa por fatores de rotina e gest\u00e3o na meia-idade, e termina em condi\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas nas gera\u00e7\u00f5es mais velhas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOu seja. N\u00e3o d\u00e1 para tratar reten\u00e7\u00e3o como uma receita \u00fanica. O dado mostra que carreira e sal\u00e1rio s\u00e3o a base, mas o desempate muda conforme o perfil de cada um. Para uns, pesa mais o ambiente e a sa\u00fade. Para outros, entram as condi\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas. Em 2026, a empresa que quiser reduzir rotatividade precisa entender o que os colaboradores desejam\u201d, conclui Campos Neto.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>A empresa ouviu 476 pessoas de todo o Pa\u00eds para entender o que atrai e mant\u00e9m os funcion\u00e1rios em uma empresa. Os resultados apresentados concentram-se no recorte Brasil. O levantamento foi aberto e divulgado nas redes sociais da empresa e para os contatos da base de dados da EDC Group.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo da EDC Group tamb\u00e9m mostra que 45% pretendem trocar de emprego; falta de plano de carreira o principal motivador<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":30597,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[101],"tags":[5906],"class_list":["post-30498","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tendencias","tag-certificacoes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30498","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=30498"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/30498\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/30597"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=30498"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=30498"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=30498"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}