{"id":31277,"date":"2026-05-06T10:19:39","date_gmt":"2026-05-06T13:19:39","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=31277"},"modified":"2026-05-06T10:19:39","modified_gmt":"2026-05-06T13:19:39","slug":"cartao-de-credito-emprestimo-bancario-e-crediario-sao-as-principais-causas-da-inadimplencia-no-pais-apontam-cndl-spc-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/cartao-de-credito-emprestimo-bancario-e-crediario-sao-as-principais-causas-da-inadimplencia-no-pais-apontam-cndl-spc-brasil\/","title":{"rendered":"Cart\u00e3o de cr\u00e9dito, empr\u00e9stimo banc\u00e1rio e credi\u00e1rio s\u00e3o as principais causas da inadimpl\u00eancia no pa\u00eds, apontam CNDL\/SPC Brasil"},"content":{"rendered":"<p>O pa\u00eds passa pelo pior cen\u00e1rio de inadimpl\u00eancia da hist\u00f3ria e as principais causas da negativa\u00e7\u00e3o dos consumidores s\u00e3o os compromissos banc\u00e1rios. O cart\u00e3o de cr\u00e9dito lidera com 42% das pend\u00eancias \u2014 um salto cr\u00edtico de 18 pontos percentuais frente a 2025. Na sequ\u00eancia, aparecem os empr\u00e9stimos em bancos ou financeiras (26%, com alta de 10 p.p.), seguidos por credi\u00e1rios (23%, alta de 11 p.p.) e o cheque especial (16%). Os dados s\u00e3o da <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/editorial\/editoriais\/pesquisa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">pesquisa<\/a> \u201cCen\u00e1rio da Inadimpl\u00eancia\u201d, realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (<a href=\"https:\/\/site.cndl.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CNDL<\/a>) e pelo Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil) em parceria com a Offerwise Pesquisas.<\/p>\n<p>O levantamento mostra que o consumidor estabelece uma hierarquia clara de sobreviv\u00eancia digital e dom\u00e9stica. As contas pagas com maior rigor s\u00e3o internet (68%), \u00e1gua e luz (63%), telefone (56%), TV por assinatura (46%) e cart\u00e3o de cr\u00e9dito (41%).<\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa, neste cen\u00e1rio de negativa\u00e7\u00e3o, existe um predom\u00ednio das Classes C\/D\/E, que representam 72% dos inadimplentes, contra 28% das classes A\/B. A amostra \u00e9 quase parit\u00e1ria, composta por 51% homens e 49% mulheres. Metade dos devedores (51%) recebem at\u00e9 3 sal\u00e1rios-m\u00ednimos. O grupo que recebe entre 3 e 5 sal\u00e1rios-m\u00ednimos (20%) registrou um aumento de 7 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2025, indicando que o custo de vida est\u00e1 corroendo a margem de seguran\u00e7a de faixas de renda intermedi\u00e1rias.<\/p>\n<p>O levantamento mostra que 82% dos inadimplentes est\u00e3o trabalhando (48% CLT, 23% aut\u00f4nomos e 11% empreendedores). Apenas 18% est\u00e3o fora do mercado de trabalho.<\/p>\n<p>Houve uma mudan\u00e7a na frequ\u00eancia do endividamento em compara\u00e7\u00e3o a 2025. Isso sugere que o consumidor est\u00e1 preso em um ciclo de &#8220;cura e reca\u00edda&#8221;, onde o al\u00edvio financeiro \u00e9 tempor\u00e1rio. 36% afirmaram que j\u00e1 est\u00e3o em sua segunda ocorr\u00eancia (alta de 9 p.p. frente a 2025) e 20% admitem que a inadimpl\u00eancia \u00e9 um fato recorrente.<\/p>\n<p>A pesquisa identifica que o consumo \u00e9 utilizado como ferramenta de regula\u00e7\u00e3o emocional e aceita\u00e7\u00e3o social, uma vez que 47% compram para se sentir melhor (al\u00edvio emocional) e 50% n\u00e3o resistem ao desejo de compra imediato, ignorando o planejamento.<\/p>\n<p>As redes sociais s\u00e3o vetores diretos de risco, levando 41% a realizar compras impensadas sem avaliar a capacidade de pagamento.<\/p>\n<p>\u201cPercebemos com a pesquisa que o consumidor est\u00e1 preso em um ciclo de &#8216;cura e reca\u00edda&#8217;. Para romper essa barreira, a educa\u00e7\u00e3o financeira \u00e9 urgente, mas precisa vir acompanhada de um ambiente macroecon\u00f4mico saud\u00e1vel. O apoio governamental aos superendividados \u00e9 vital, por\u00e9m, s\u00f3 teremos taxas de juros sustentavelmente mais baixas se houver um rigoroso equil\u00edbrio nas contas p\u00fablicas, garantindo a estabilidade necess\u00e1ria para que o brasileiro consiga planejar o futuro sem o medo da priva\u00e7\u00e3o b\u00e1sica\u201d, destaca o presidente da CNDL, Jos\u00e9 C\u00e9sar da Costa.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao tempo de atraso das contas, educa\u00e7\u00e3o (escola\/FIES) lidera com 15 meses de atraso, seguida por empr\u00e9stimos e cart\u00f5es (ambos com 13 meses). IPTU e credi\u00e1rio chegam a 12 meses. S\u00e3o d\u00edvidas que o consumidor n\u00e3o consegue equacionar no curto prazo. \u00c1gua e luz (5 meses), financiamento de casa pr\u00f3pria (5 meses), condom\u00ednio (6 meses), financiamento de autom\u00f3vel (6 meses) e telefone (7 meses). A baixa m\u00e9dia indica que o devedor prioriza a regulariza\u00e7\u00e3o dessas contas para evitar o corte do servi\u00e7o ou a perda do im\u00f3vel.<\/p>\n<p>Os principais itens adquiridos que levaram \u00e0 inadimpl\u00eancia foram supermercado (45%), roupas, cal\u00e7ados e acess\u00f3rios (42%), rem\u00e9dios (31%, destaque na classe A\/B), eletrodom\u00e9sticos (27%), eletr\u00f4nicos (25%) e m\u00f3veis para casa (22%). O valor m\u00e9dio das d\u00edvidas est\u00e1 consolidado em R$ 2.378.<\/p>\n<p><strong>Empr\u00e9stimo de nome \u00e9 a principal causa da inadimpl\u00eancia prolongada<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa mostra que a press\u00e3o familiar e a falta de gest\u00e3o financeira s\u00e3o fatores determinantes na inadimpl\u00eancia persistente. O &#8220;Empr\u00e9stimo de Nome&#8221; tornou-se o principal vil\u00e3o, atingindo 25% dos consumidores negativados h\u00e1 mais de tr\u00eas meses \u2014 um salto de 18 pontos percentuais em compara\u00e7\u00e3o a 2025.<br \/>\nAs emerg\u00eancias familiares (sa\u00fade e morte) afetam 16%, seguidas pela falta de planejamento do or\u00e7amento (15%) e, apenas em quarto lugar, o desemprego (13%).<\/p>\n<p>Entre os que admitem o descontrole financeiro, o &#8220;vi\u00e9s do agora\u201d atrelado a falta de controle sobre as emo\u00e7\u00f5es prevalecem sobre a sa\u00fade do bolso. 30% dos consumidores admitem que compraram por n\u00e3o quererem esperar o tempo necess\u00e1rio para poupar. J\u00e1 28% cederam a promo\u00e7\u00f5es sem avaliar o or\u00e7amento e 24% realizaram maus neg\u00f3cios na hora da compra. Para 16%, a compra foi uma tentativa de aliviar estados de tristeza.<\/p>\n<p>A pesquisa mostra que a d\u00edvida transcende o indiv\u00edduo e torna-se um fen\u00f4meno coletivo, sendo moldado por din\u00e2micas familiares e sociais. Mais da metade dos consumidores entrevistados (51%) sentem-se pressionados a consumir para acompanhar fam\u00edlia e amigos. E 39% sacrificam o pr\u00f3prio or\u00e7amento para atender expectativas do c\u00f4njuge, namorado(a) e\/ou filhos, o que resulta em danos \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o pelas d\u00edvidas atrasadas (47%) e torna o dinheiro o piv\u00f4 de conflitos familiares para 36% dos entrevistados.<\/p>\n<p>Embora 70% tenham realizado aquisi\u00e7\u00f5es acreditando que pagariam as d\u00edvidas, 50% j\u00e1 previam dificuldades no pagamento, 39% agiram por impulso sem avaliar o or\u00e7amento e 33% compraram sabendo que n\u00e3o teriam recursos para quitar.<\/p>\n<p>\u201cPercebemos hoje um consumidor que sacrifica o pr\u00f3prio or\u00e7amento por press\u00e3o social ou solidariedade familiar mal calculada, evidenciando uma lacuna cr\u00edtica de consci\u00eancia financeira. Embora 70% comprem acreditando que v\u00e3o pagar, metade j\u00e1 prev\u00ea dificuldades no momento da aquisi\u00e7\u00e3o. N\u00e3o basta apenas o esfor\u00e7o individual de corte em lazer e alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa, \u00e9 necess\u00e1rio que o pa\u00eds ofere\u00e7a um cen\u00e1rio de maior previsibilidade. O governo deve atuar como facilitador na reabilita\u00e7\u00e3o desses cidad\u00e3os, mas o equil\u00edbrio fiscal do Estado \u00e9 a pe\u00e7a-chave para reduzir o custo do cr\u00e9dito \u2014 especialmente no cart\u00e3o de cr\u00e9dito, e permitir que o consumo volte a ser um motor de bem-estar, e n\u00e3o um gatilho de ang\u00fastia e conflitos familiares\u201d, destaca o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro J\u00fanior.<\/p>\n<p><strong>42% t\u00eam at\u00e9 50% da renda comprometidos com o pagamento das dividas em atraso<\/strong><\/p>\n<p>Outro dado preocupante aponta que 59% tomaram empr\u00e9stimo banc\u00e1rio sem sequer considerar as taxas de juros, um aumento de 11 p.p. em rela\u00e7\u00e3o ao ano passado.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 inten\u00e7\u00e3o e capacidade de pagamentos das d\u00edvidas, 82% acreditam que podem quitar os d\u00e9bitos no pr\u00f3ximo trimestre subsequente a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa, mas esse \u00edndice caiu 8 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a 2025. Quanto \u00e0 estrat\u00e9gia de pagamento, 44% pretendem realizar a quita\u00e7\u00e3o integral, enquanto 23% planejam pagar apenas uma parte. 19% afirmam categoricamente n\u00e3o possuir recursos para qualquer tipo de regulariza\u00e7\u00e3o no per\u00edodo.<\/p>\n<p>O valor de todas as suas d\u00edvidas que est\u00e3o com o pagamento em atraso, consome parte significativa da renda mensal: 42% dos inadimplentes comprometem at\u00e9 50% do que ganham, e 23% enfrentam comprometimento extremo (50% a 75% da renda).<\/p>\n<p><strong>Inadimplentes pretendem fazer cortes no or\u00e7amento e \u201cbicos\u201d para pagar as d\u00edvidas<\/strong><\/p>\n<p>Para pagar o que devem, os consumidores planejam uma combina\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o de renda extra e corte de gastos. As principais fontes de recursos s\u00e3o cortes no or\u00e7amento (38%), seguidos pela busca de &#8220;bicos&#8221; ou venda de produtos (30%) e o uso de rendas sazonais como b\u00f4nus e f\u00e9rias (21%). Os cortes no consumo focam em vestu\u00e1rio e cal\u00e7ados (42%), delivery\/alimenta\u00e7\u00e3o fora de casa (39%) e lazer (38%). Itens como sal\u00e3o de beleza (26%) e streamings (21%) tamb\u00e9m entram na lista.<\/p>\n<p>Para 80% dos devedores, pagar todas as d\u00edvidas amea\u00e7am diretamente a manuten\u00e7\u00e3o da casa. Nesse grupo, 42% teriam o or\u00e7amento para itens b\u00e1sicos (luz, \u00e1gua e comida) totalmente consumido pela quita\u00e7\u00e3o dos d\u00e9bitos. Apenas 17% possuem f\u00f4lego para pagar sem comprometer o b\u00e1sico.<\/p>\n<p>Mais da metade dos entrevistados (56%) chegaram a elaborar um plano para pagar suas d\u00edvidas, mas n\u00e3o conseguiram tir\u00e1-lo do papel. A principal justificativa para a falha s\u00e3o os imprevistos financeiros (30%). Para 15%, a renda mal d\u00e1 para o supermercado, outros 15% est\u00e3o com muitas contas atrasadas e sem o controle das prioridades do pagamento.<\/p>\n<p>Apesar das dificuldades, 84% definiram prazos: 27% esperam pagar em at\u00e9 6 meses, enquanto 17% preveem um horizonte mais longo, de 1 a 2 anos. O medo da priva\u00e7\u00e3o e a instabilidade financeira s\u00e3o as maiores barreiras para a quita\u00e7\u00e3o de d\u00edvidas: queda de renda (19%) e desemprego (13%). Al\u00e9m da falta de recursos diretos, o medo de comprometer o sustento da casa (17%) e a resist\u00eancia em renunciar a pequenos prazeres (14%) agem como freios \u00e0 renegocia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>37% dos inadimplentes admitem ter aceitado acordos sabendo que n\u00e3o conseguiriam pagar<\/strong><\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 negocia\u00e7\u00e3o das d\u00edvidas, a pesquisa mostra que embora 76% dos inadimplentes busquem o acordo, a negocia\u00e7\u00e3o raramente \u00e9 espont\u00e2nea, dependendo de est\u00edmulos externos. O cen\u00e1rio mais comum \u00e9 a iniciativa do credor (28%) ou a intera\u00e7\u00e3o m\u00fatua (24%).<\/p>\n<p>Quase a totalidade dos inadimplentes (95%) t\u00eam recebido cobran\u00e7a por parte dos credores, principalmente por WhatsApp (41%), e-mail (40%) e SMS (33%). Somente 5% dos entrevistados, n\u00e3o tiveram as d\u00edvidas inadimplentes cobradas. As cobran\u00e7as e negocia\u00e7\u00f5es migraram para o ambiente virtual. O WhatsApp (41% na cobran\u00e7a \/ 25% na negocia\u00e7\u00e3o) e o E-mail (40%) s\u00e3o as ferramentas principais. O telefone, embora em decl\u00ednio, ainda lidera como canal resolutivo para 30% dos casos.<\/p>\n<p>J\u00e1 os mutir\u00f5es e feir\u00f5es de negocia\u00e7\u00e3o mant\u00eam sua relev\u00e2ncia para 21% dos consumidores, servindo como ponto de converg\u00eancia para a recupera\u00e7\u00e3o de cr\u00e9dito.<\/p>\n<p>O devedor de 2026 entra na mesa de negocia\u00e7\u00e3o mais informado. 90% realizam algum tipo de prepara\u00e7\u00e3o antes de iniciar a negocia\u00e7\u00e3o, com foco no autodiagn\u00f3stico or\u00e7ament\u00e1rio (27%) e na confer\u00eancia de juros e multas (26%). 81% dos negociadores apresentam contrapropostas, focando principalmente no valor diferente do proposto (31%), prazos de pagamento (28%), n\u00famero de parcelas (27%) e taxas de juros (27%).<br \/>\nA aceita\u00e7\u00e3o da proposta ocorre quando a presta\u00e7\u00e3o se ajusta ao or\u00e7amento (38%) ou quando h\u00e1 um desconto significativo para quita\u00e7\u00e3o \u00e0 vista (32%). Em m\u00e9dia, os entrevistados tentaram renegociar suas d\u00edvidas 2 vezes antes de quit\u00e1-las.<\/p>\n<p>Um dado preocupante mostra que 37% dos inadimplentes admitem ter feito promessas de pagamento sabendo que n\u00e3o conseguiriam pagar \u2014 um salto de 14 p.p. em rela\u00e7\u00e3o a 2025. Isso indica que a press\u00e3o da cobran\u00e7a est\u00e1 gerando acordos vazios apenas para interromper o contato do credor.<\/p>\n<p><strong>51% j\u00e1 clicaram em an\u00fancios com promessas de &#8220;limpeza imediata de nome&#8221;<\/strong><\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o dos inadimplentes sobre a pr\u00f3pria capacidade de pagamento da d\u00edvida revela uma escala de clareza or\u00e7ament\u00e1ria fragmentada. Apenas 36% possuem clareza total sobre quanto podem pagar. O restante divide-se entre estimativas aproximadas (34%) e a aus\u00eancia total de controle (16%). 15% dos devedores ignoram o parcelamento e focam exclusivamente na quita\u00e7\u00e3o \u00e0 vista para encerrar o ciclo.<\/p>\n<p>A busca por solu\u00e7\u00f5es r\u00e1pidas tornou-se uma vulnerabilidade de seguran\u00e7a. 51% j\u00e1 clicaram em links com promessas de descontos agressivos ou a &#8220;limpeza imediata de nome&#8221; em redes sociais. Destes, 33% desistiram da transa\u00e7\u00e3o por considerarem a oferta suspeita e 19% realizaram pagamentos e ca\u00edram em golpes. Apenas 32% buscaram exclusivamente canais oficiais por seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>O processo de cobran\u00e7a \u00e9 psicologicamente desgastante, gerando constrangimento (31%), ang\u00fastia (27%) e press\u00e3o (26%). Esses sentimentos explicam por que tantos aceitam acordos invi\u00e1veis apenas para cessar o est\u00edmulo negativo da cobran\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Metodologia<\/strong><\/p>\n<p>P\u00fablico-alvo: Consumidores com contas em atraso h\u00e1 mais de 3 meses, de todas as capitais brasileiras, homens e mulheres, com idade igual ou maior a 18 anos, de todas as classes econ\u00f4micas.<br \/>\nM\u00e9todo de coleta: Pesquisa realizada via web e p\u00f3s-ponderada por sexo, idade, estado, renda e escolaridade.<br \/>\nTamanho amostral da Pesquisa: 609 casos, gerando uma margem de erro no geral de 4 p. p. para um intervalo de confian\u00e7a a 95%.<br \/>\nData de coleta dos dados: 06 a 17 de mar\u00e7o de 2026<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Internet, \u00e1gua\/luz e telefone s\u00e3o prioridades na hora de pagar as contas. 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