{"id":32087,"date":"2026-09-21T13:08:24","date_gmt":"2026-09-21T16:08:24","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=32087"},"modified":"2026-09-21T13:33:38","modified_gmt":"2026-09-21T16:33:38","slug":"latam-retail-show-2026-traca-diagnostico-de-um-varejo-em-transformacao-acelerada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/latam-retail-show-2026-traca-diagnostico-de-um-varejo-em-transformacao-acelerada\/","title":{"rendered":"Latam Retail Show 2026 tra\u00e7a diagn\u00f3stico de um varejo em transforma\u00e7\u00e3o acelerada"},"content":{"rendered":"<p>Mais do que apresentar tend\u00eancias, o Latam Retail Show <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/latam.retailshow\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">2026<\/a>, realizado entre os dias 15 e 17 de setembro, em S\u00e3o Paulo, deixou um verdadeiro diagn\u00f3stico sobre o momento vivido pelo <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">varejo<\/a>.<\/p>\n<p>Ao longo de tr\u00eas dias, mais de 200 palestrantes e especialistas discutiram intelig\u00eancia artificial, comportamento do consumidor, omnicanalidade, experi\u00eancia, novos modelos de neg\u00f3cio, economia circular, marcas pr\u00f3prias, lideran\u00e7a, servi\u00e7os e competitividade. A programa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m contou com a divulga\u00e7\u00e3o de 16 pesquisas in\u00e9ditas.<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o deste ano contou com o apoio institucional da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (<a href=\"https:\/\/site.cndl.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">CNDL<\/a>), refor\u00e7ando o compromisso da entidade com o fortalecimento do setor varejista no Brasil. Al\u00e9m disso, o\u00a0<a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">portal Varejo S.A.<\/a> participou como media partner oficial do evento.<\/p>\n<p>Quando colocados lado a lado, os diferentes conte\u00fados apontam para uma transforma\u00e7\u00e3o que vai al\u00e9m da ado\u00e7\u00e3o de novas tecnologias. O varejo est\u00e1 mudando sua l\u00f3gica de cria\u00e7\u00e3o de valor.<\/p>\n<p>O produto continua importante, mas j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 suficiente. O canal deixa de ser apenas um meio de venda. A loja f\u00edsica assume novas fun\u00e7\u00f5es. Dados passam a ser utilizados para antecipar necessidades. A intelig\u00eancia artificial come\u00e7a a interferir na descoberta dos produtos e nas decis\u00f5es de compra. E servi\u00e7os, experi\u00eancias, conveni\u00eancia e relacionamento passam a ocupar espa\u00e7o crescente na estrat\u00e9gia das empresas.<\/p>\n<p>O resultado \u00e9 um setor simultaneamente mais tecnol\u00f3gico, mais complexo e mais dependente da capacidade de compreender pessoas.<\/p>\n<p><strong>A tecnologia deixou de ser uma agenda paralela<\/strong><\/p>\n<p>A primeira constata\u00e7\u00e3o dos debates \u00e9 que a intelig\u00eancia artificial j\u00e1 n\u00e3o pode ser tratada apenas como uma pauta de tecnologia. Ela apareceu associada a praticamente todos os grandes temas do evento: experi\u00eancia, e-commerce, moda, personaliza\u00e7\u00e3o, descoberta de produtos, gest\u00e3o de pessoas, tomada de decis\u00e3o e novos modelos de neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>A WGSN apresentou dados que apontam para uma aparente contradi\u00e7\u00e3o: quanto mais a tecnologia avan\u00e7a, maior pode ser o valor atribu\u00eddo \u00e0s experi\u00eancias humanas e sensoriais. Segundo a pesquisa apresentada por Andrea Bell, 57% dos consumidores globais querem ver e tocar produtos antes de comprar; entre integrantes das gera\u00e7\u00f5es Z e Millennials, o percentual chega a 86%.<\/p>\n<p>No com\u00e9rcio eletr\u00f4nico, o debate avan\u00e7ou em outra dire\u00e7\u00e3o. A intelig\u00eancia artificial passa a ser associada \u00e0 hiperpersonaliza\u00e7\u00e3o, \u00e0 log\u00edstica e \u00e0s novas formas de intera\u00e7\u00e3o com o consumidor.<\/p>\n<p>A Euromonitor apresentou uma mudan\u00e7a ainda mais estrutural: a IA come\u00e7a a interferir na pr\u00f3pria descoberta de produtos. Segundo Leah Boston, analista s\u00eanior de pesquisa da empresa, a intelig\u00eancia artificial pode direcionar o consumidor diretamente para uma marca ou produto, alterando uma etapa tradicional da jornada de compra.<\/p>\n<p>Isso muda a pergunta para o varejista. N\u00e3o se trata mais apenas de \u201ccomo utilizar IA?\u201d, mas de \u201ccomo ser relevante em um ambiente no qual a pr\u00f3pria intelig\u00eancia artificial participa da escolha do consumidor?\u201d<\/p>\n<p><strong>O varejo est\u00e1 deixando de vender apenas produtos<\/strong><\/p>\n<p>O conceito central desta edi\u00e7\u00e3o (Everything as a Service) ajuda a explicar outra mudan\u00e7a significativa identificada ao longo dos pain\u00e9is.<\/p>\n<p>Empresas est\u00e3o procurando ampliar sua rela\u00e7\u00e3o com o consumidor por meio de servi\u00e7os, experi\u00eancias, solu\u00e7\u00f5es e recorr\u00eancia. O painel sobre ecossistemas e novas receitas, por exemplo, apresentou experi\u00eancias de Wellhub e iFood para mostrar como empresas podem ampliar sua atua\u00e7\u00e3o a partir de ativos como audi\u00eancia, dados, tecnologia, log\u00edstica, publicidade, servi\u00e7os financeiros e parcerias.<\/p>\n<p>A l\u00f3gica \u00e9 importante: o relacionamento n\u00e3o termina necessariamente quando ocorre uma venda. O consumidor pode permanecer dentro de um ecossistema no qual diferentes produtos e servi\u00e7os s\u00e3o combinados para resolver necessidades distintas.<\/p>\n<p>Essa transforma\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m apareceu na discuss\u00e3o sobre moda circular. O caso do Pe\u00e7a Rara mostra um modelo no qual o consumidor pode ocupar simultaneamente as posi\u00e7\u00f5es de comprador e fornecedor, enquanto tecnologia e intelig\u00eancia artificial ajudam a organizar a opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O produto continua sendo a porta de entrada, mas o valor pode estar naquilo que acontece antes, durante e depois da transa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>O consumidor est\u00e1 mais fragmentado e menos previs\u00edvel<\/strong><\/p>\n<p>Outro diagn\u00f3stico importante veio da diversidade de estudos apresentados no evento:<\/p>\n<ul>\n<li>Circana discutiu um mercado no qual cinco gera\u00e7\u00f5es convivem como consumidoras.<\/li>\n<li>Numerator analisou transforma\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas, sociais e demogr\u00e1ficas no comportamento dos lares latino-americanos.<\/li>\n<li>Scanntech tratou das mudan\u00e7as relacionadas a sa\u00fade e praticidade.<\/li>\n<li>Troiano apresentou pesquisa sobre linguagem, afetividade e reputa\u00e7\u00e3o de marcas regionais.<\/li>\n<\/ul>\n<p>N\u00e3o existe, portanto, um \u00fanico consumidor. H\u00e1 diferentes gera\u00e7\u00f5es, contextos econ\u00f4micos, expectativas, miss\u00f5es de compra, n\u00edveis de familiaridade tecnol\u00f3gica e rela\u00e7\u00f5es com as marcas.<\/p>\n<p>Essa fragmenta\u00e7\u00e3o aumenta a complexidade da opera\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo em que a tecnologia permite uma personaliza\u00e7\u00e3o muito maior, o consumidor exige que essa personaliza\u00e7\u00e3o fa\u00e7a sentido. \u00c9 uma diferen\u00e7a importante entre personalizar uma oferta e compreender uma pessoa.<\/p>\n<p><strong>O meio do mercado est\u00e1 sob press\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Talvez um dos diagn\u00f3sticos mais contundentes tenha vindo com a apresenta\u00e7\u00e3o da Euromonitor sobre o chamado \u201cesvaziamento do meio\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Leah Boston, o varejo global passa por uma polariza\u00e7\u00e3o crescente entre neg\u00f3cios de grande escala, capazes de competir por pre\u00e7o e conveni\u00eancia, e empresas especializadas, que buscam diferencia\u00e7\u00e3o por nicho, experi\u00eancia ou proposta de valor.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros apresentados ajudam a dimensionar a transforma\u00e7\u00e3o. A Euromonitor estima crescimento real de 2,4% do varejo global em 2026, ultrapassando US$ 20 trilh\u00f5es. O com\u00e9rcio eletr\u00f4nico deve crescer 7,4% no ano e responder por 75% de todo o crescimento absoluto do varejo entre 2026 e 2030.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, os dez maiores varejistas globais j\u00e1 concentravam 19% do mercado mundial no fim de 2025.<\/p>\n<p>O cen\u00e1rio coloca uma quest\u00e3o particularmente relevante para empresas que n\u00e3o possuem nem a escala dos grandes players nem uma especializa\u00e7\u00e3o suficientemente definida: qual \u00e9 a raz\u00e3o para o consumidor escolher essa empresa?<\/p>\n<p><strong>Pre\u00e7o continua importante, mas n\u00e3o explica tudo<\/strong><\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico apresentado pela Euromonitor n\u00e3o significa que todos os consumidores estejam migrando para pre\u00e7o baixo ou para experi\u00eancias premium.<\/p>\n<p>Na realidade, o que aparece \u00e9 uma disputa mais clara por valor percebido. Grandes empresas utilizam escala, efici\u00eancia e diversifica\u00e7\u00e3o para competir em pre\u00e7o e conveni\u00eancia. Neg\u00f3cios especializados procuram justificar sua escolha por meio de diferencia\u00e7\u00e3o, identidade, experi\u00eancia ou atendimento a necessidades espec\u00edficas.<\/p>\n<p>As marcas pr\u00f3prias s\u00e3o outro exemplo. Segundo os dados apresentados por Boston, elas j\u00e1 representavam 17% das vendas globais de produtos de higiene em 2025. No Brasil, entretanto, a participa\u00e7\u00e3o era de 2,1% em alimentos e 5% nos gastos com produtos de higiene, indicando espa\u00e7o para expans\u00e3o.<\/p>\n<p>O movimento mostra que o consumidor continua sens\u00edvel ao pre\u00e7o, mas tamb\u00e9m que o varejista precisa encontrar uma proposta clara para justificar sua exist\u00eancia na jornada de compra.<\/p>\n<p><strong>A loja f\u00edsica n\u00e3o desapareceu. Ela precisa ter uma raz\u00e3o para existir<\/strong><\/p>\n<p>Uma das mensagens mais interessantes do evento \u00e9 que a digitaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o elimina a relev\u00e2ncia do espa\u00e7o f\u00edsico. Ela muda sua fun\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A pesquisa da WGSN sobre experi\u00eancias sensoriais, os debates sobre moda e o painel sobre omnicanalidade apontam para uma loja que deixa de ser exclusivamente um local de estoque e transa\u00e7\u00e3o para assumir fun\u00e7\u00f5es de relacionamento, experimenta\u00e7\u00e3o, conveni\u00eancia, servi\u00e7o e experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes para o varejo f\u00edsico daqui para frente: se o consumidor consegue comprar praticamente qualquer produto pelo celular, o que justifica a visita \u00e0 loja?<\/p>\n<p>A resposta tende a estar menos na simples disponibilidade do produto e mais naquilo que o espa\u00e7o f\u00edsico consegue proporcionar.<\/p>\n<p><strong>Dados n\u00e3o s\u00e3o suficientes. \u00c9 preciso decidir<\/strong><\/p>\n<p>Outro ponto recorrente nos debates foi a rela\u00e7\u00e3o entre informa\u00e7\u00e3o e decis\u00e3o.<\/p>\n<p>No primeiro dia, o painel \u201cDecis\u00f5es Estrat\u00e9gicas: Por que empresas inteligentes tomam decis\u00f5es erradas\u201d discutiu justamente o paradoxo de um ambiente no qual nunca houve tanta informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel e, ao mesmo tempo, a tomada de decis\u00e3o continua complexa.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o, portanto, n\u00e3o \u00e9 simplesmente ter mais dados, dashboards ou ferramentas de intelig\u00eancia artificial. \u00c9 fazer as perguntas certas, interpretar as informa\u00e7\u00f5es e transformar conhecimento em decis\u00e3o.<\/p>\n<p>Essa diferen\u00e7a tende a ganhar ainda mais import\u00e2ncia \u00e0 medida que a IA aumenta exponencialmente a quantidade de informa\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel aos gestores.<\/p>\n<p>A maturidade em IA passa a ser uma quest\u00e3o de neg\u00f3cio<\/p>\n<p>A pr\u00f3pria cria\u00e7\u00e3o do RET.AI.L AI Maturity Index 2026, apresentado no evento, ajuda a traduzir esse desafio.<\/p>\n<p>A metodologia avalia a ado\u00e7\u00e3o de IA pelas empresas a partir de seis dimens\u00f5es: estrat\u00e9gia, pessoas, dados, aplica\u00e7\u00f5es, governan\u00e7a e valor. A proposta \u00e9 justamente diferenciar a simples experimenta\u00e7\u00e3o de uma utiliza\u00e7\u00e3o estruturada e capaz de gerar impacto no neg\u00f3cio.<\/p>\n<p>A mudan\u00e7a de perspectiva \u00e9 relevante. O debate sobre IA come\u00e7a a sair da pergunta \u201cquem est\u00e1 usando?\u201d para uma quest\u00e3o mais dif\u00edcil: quem est\u00e1 conseguindo transformar IA em produtividade, receita, efici\u00eancia ou vantagem competitiva?<\/p>\n<p>Essa distin\u00e7\u00e3o deve separar, cada vez mais, experimenta\u00e7\u00e3o de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Pessoas continuam sendo parte central da equa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Uma ideia persistente durante as apresenta\u00e7\u00f5es do evento: quanto mais tecnol\u00f3gica fica a opera\u00e7\u00e3o, mais importantes se tornam determinadas compet\u00eancias humanas.<\/p>\n<p>O mesmo racioc\u00ednio aparece na experi\u00eancia do consumidor. A tecnologia pode recomendar, prever, automatizar e personalizar. Mas confian\u00e7a, empatia, criatividade, lideran\u00e7a e capacidade de interpretar contextos continuam dependendo de pessoas.<\/p>\n<p>A transforma\u00e7\u00e3o digital, portanto, n\u00e3o elimina o fator humano. Ela muda o tipo de valor que se espera dele.<\/p>\n<p><strong>Um varejo mais eficiente, mas tamb\u00e9m mais exigente<\/strong><\/p>\n<p>Ao final dos tr\u00eas dias, o diagn\u00f3stico que emerge \u00e9 menos sobre uma \u00fanica tend\u00eancia e mais sobre a combina\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias mudan\u00e7as. O varejo de 2026 parece caminhar para um ambiente em que:<\/p>\n<ul>\n<li>A IA participa cada vez mais da opera\u00e7\u00e3o e da jornada de compra;<\/li>\n<li>O consumidor se torna mais fragmentado e dif\u00edcil de interpretar;<\/li>\n<li>O digital cresce como canal, m\u00eddia e espa\u00e7o de descoberta;<\/li>\n<li>As lojas f\u00edsicas precisam oferecer uma raz\u00e3o clara para a visita;<\/li>\n<li>Servi\u00e7os e ecossistemas ampliam as possibilidades de receita;<\/li>\n<li>Marcas pr\u00f3prias e modelos especializados ganham espa\u00e7o;<\/li>\n<li>O meio do mercado, entre o volume e a personaliza\u00e7\u00e3o, enfrenta maior press\u00e3o competitiva;<\/li>\n<li>Dados se tornam abundantes, mas a capacidade de decidir continua sendo um diferencial;<\/li>\n<li>Pessoas precisam desenvolver novas compet\u00eancias para trabalhar em conjunto com a tecnologia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O Latam Retail Show 2026 n\u00e3o apontou para um varejo simplesmente \u201cmais digital\u201d. O diagn\u00f3stico \u00e9 mais complexo, o varejo est\u00e1 se tornando simultaneamente mais tecnol\u00f3gico, mais personalizado, mais fragmentado e mais competitivo. E, nesse novo ambiente, talvez a principal quest\u00e3o para qualquer empresa n\u00e3o seja apenas acompanhar a pr\u00f3xima tecnologia, mas responder com clareza a tr\u00eas perguntas:<\/p>\n<ul>\n<li>Que problema estamos resolvendo?<\/li>\n<li>Por que o consumidor deveria escolher a nossa empresa?<\/li>\n<li>E que valor conseguimos entregar que a tecnologia, sozinha, n\u00e3o entrega?<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00c9 nessa combina\u00e7\u00e3o entre tecnologia, efici\u00eancia, diferencia\u00e7\u00e3o e compreens\u00e3o humana que parece estar sendo desenhado o pr\u00f3ximo cap\u00edtulo do varejo.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conte\u00fado dos tr\u00eas dias do evento revela um setor pressionado por mudan\u00e7as no comportamento do consumidor, avan\u00e7o da intelig\u00eancia artificial, busca por efici\u00eancia e necessidade de criar novas formas de relacionamento e gera\u00e7\u00e3o de valor<\/p>\n","protected":false},"author":22,"featured_media":16590,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[70,101],"tags":[1700],"class_list":["post-32087","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-destaque","category-tendencias","tag-latam-retail-show"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32087","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/22"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32087"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32087\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/16590"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32087"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32087"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32087"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}