{"id":32279,"date":"2026-10-21T14:03:30","date_gmt":"2026-10-21T17:03:30","guid":{"rendered":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/?p=32279"},"modified":"2026-10-20T14:05:55","modified_gmt":"2026-10-20T17:05:55","slug":"saude-mental-no-trabalho-como-as-decisoes-de-gestao-podem-impactar-a-produtividade-e-a-sustentabilidade-do-varejo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/saude-mental-no-trabalho-como-as-decisoes-de-gestao-podem-impactar-a-produtividade-e-a-sustentabilidade-do-varejo\/","title":{"rendered":"Sa\u00fade mental no trabalho: como as decis\u00f5es de gest\u00e3o podem impactar a produtividade e a sustentabilidade do varejo"},"content":{"rendered":"<p>Metas incompat\u00edveis com os recursos dispon\u00edveis, redu\u00e7\u00e3o de equipes sem revis\u00e3o das responsabilidades, cobran\u00e7as excessivas e falta de autonomia est\u00e3o entre os fatores que as empresas precisam avaliar no <a href=\"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">planejamento<\/a> para 2027. O alerta faz parte do estudo \u201cAntes do Burnout\u201d, que analisa como decis\u00f5es tomadas pela alta gest\u00e3o aumentam os riscos de adoecimento dos profissionais e comprometem os resultados das organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Desenvolvido por Cec\u00edlia Seabra, criadora da metodologia Allboarding, o trabalho foi elaborado a partir de dados p\u00fablicos, pesquisas acad\u00eamicas e documentos de institui\u00e7\u00f5es como a Organiza\u00e7\u00e3o Internacional do Trabalho (OIT), a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho e a Fundacentro. A an\u00e1lise tamb\u00e9m considera a experi\u00eancia acumulada pela especialista ao longo de oito anos de pesquisa e atua\u00e7\u00e3o em mais de 300 organiza\u00e7\u00f5es, a maioria de grandes empresas, nacionais e globais, l\u00edderes em seus mercados, com cerca de 20 mil pessoas impactadas diretamente por programas, diagn\u00f3sticos, palestras e processos de desenvolvimento.<\/p>\n<p>Segundo o estudo, decis\u00f5es tomadas para reduzir despesas ou aumentar a produtividade podem produzir efeitos contr\u00e1rios aos esperados quando n\u00e3o consideram as condi\u00e7\u00f5es em que o trabalho ser\u00e1 realizado. Entre os exemplos est\u00e3o a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de funcion\u00e1rios sem altera\u00e7\u00e3o das metas, a amplia\u00e7\u00e3o das responsabilidades sem recursos adicionais e a ado\u00e7\u00e3o de sistemas de avalia\u00e7\u00e3o que aumentam a press\u00e3o sobre as equipes.<\/p>\n<p>\u201cQuando uma empresa estabelece metas sem considerar os recursos dispon\u00edveis ou reduz equipes sem rever as entregas, ela pode estar criando condi\u00e7\u00f5es que favorecem o adoecimento. Muitas vezes, essas decis\u00f5es s\u00e3o tomadas com foco no resultado financeiro imediato, sem avaliar o que acontece depois com as pessoas e com a pr\u00f3pria opera\u00e7\u00e3o\u201d, afirma Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>Os dados previdenci\u00e1rios reunidos no levantamento mostram que as concess\u00f5es de benef\u00edcios por incapacidade tempor\u00e1ria associados \u00e0 sa\u00fade mental passaram de 200.588 em 2022 para 471.649 em 2024, crescimento de aproximadamente 135%. Em 2023, foram registradas 283.345 concess\u00f5es.<\/p>\n<p>Outro levantamento da Previd\u00eancia Social contabilizou 546.254 benef\u00edcios por transtornos mentais e comportamentais em 2025, ante 472.328 em 2024. As duas s\u00e9ries utilizam recortes diferentes e n\u00e3o devem ser comparadas diretamente.<\/p>\n<p>Entre os afastamentos acident\u00e1rios por sa\u00fade mental registrados em 2024, nos quais houve reconhecimento formal da rela\u00e7\u00e3o com o trabalho, 28,6% estavam associados a rea\u00e7\u00f5es ao estresse, 27,4% \u00e0 ansiedade, 25,1% a epis\u00f3dios depressivos e 8,46% \u00e0 depress\u00e3o recorrente.<\/p>\n<p>O objetivo do estudo \u00e9 examinar como a organiza\u00e7\u00e3o do trabalho pode ampliar a exposi\u00e7\u00e3o aos riscos psicossociais e quais decis\u00f5es empresariais podem ser revistas para reduzir esses riscos.<\/p>\n<p><strong>Redu\u00e7\u00e3o de equipes sem revis\u00e3o das metas est\u00e1 entre os problemas<\/strong><\/p>\n<p>Uma das situa\u00e7\u00f5es analisadas \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o de custos por meio de cortes de pessoal sem a correspondente revis\u00e3o das atividades. Quando as responsabilidades dos profissionais desligados s\u00e3o transferidas aos demais integrantes da equipe, o volume de trabalho aumenta, mas os recursos e o tempo dispon\u00edveis permanecem os mesmos.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise relaciona essas situa\u00e7\u00f5es a riscos de sobrecarga, fadiga, erros operacionais, afastamentos e rotatividade. Tamb\u00e9m examina os efeitos de modelos de gest\u00e3o em que os profissionais s\u00e3o responsabilizados por resultados sobre os quais t\u00eam pouco controle.<\/p>\n<p>\u201cUma redu\u00e7\u00e3o de custos pode funcionar muito bem na planilha e criar problemas na opera\u00e7\u00e3o. Se a empresa diminui a equipe, mas mant\u00e9m as mesmas exig\u00eancias, algu\u00e9m vai absorver esse trabalho. O empres\u00e1rio precisa olhar para o que acontece depois da decis\u00e3o, inclusive para os custos que n\u00e3o aparecem imediatamente no or\u00e7amento\u201d, diz Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>Os sistemas de avalia\u00e7\u00e3o de desempenho e remunera\u00e7\u00e3o vari\u00e1vel tamb\u00e9m s\u00e3o abordados. Dependendo dos crit\u00e9rios adotados, podem estimular a competi\u00e7\u00e3o entre funcion\u00e1rios, dificultar a colabora\u00e7\u00e3o e criar situa\u00e7\u00f5es em que os profissionais deixam de comunicar problemas por receio de prejudicar seus resultados individuais.<\/p>\n<p>Nos bancos m\u00faltiplos com carteira comercial, a participa\u00e7\u00e3o nos afastamentos acident\u00e1rios por sa\u00fade mental passou de 9,3% em 2012 para 20% em 2024, segundo dados do SmartLab utilizados no estudo. Nas atividades hospitalares, essa participa\u00e7\u00e3o aumentou de 1,2% para 10,2% no mesmo per\u00edodo. Os percentuais representam a participa\u00e7\u00e3o desses setores no total de afastamentos acident\u00e1rios por sa\u00fade mental, e n\u00e3o a propor\u00e7\u00e3o de funcion\u00e1rios afastados em cada atividade.<\/p>\n<p>O levantamento tamb\u00e9m re\u00fane pesquisas sobre teleatendimento e transporte coletivo. Entre os problemas identificados est\u00e3o controle r\u00edgido do tempo, monitoramento permanente, ac\u00famulo de fun\u00e7\u00f5es e dificuldade dos trabalhadores para modificar a maneira como executam suas tarefas.<\/p>\n<p>Uma pesquisa da Fundacentro e da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) sobre a retirada dos cobradores dos \u00f4nibus de Belo Horizonte identificou aumento da carga f\u00edsica, cognitiva e emocional dos motoristas ap\u00f3s a transfer\u00eancia de atividades.<\/p>\n<p><strong>Intelig\u00eancia artificial exige revis\u00e3o das metas de produtividade<\/strong><\/p>\n<p>A ado\u00e7\u00e3o de intelig\u00eancia artificial tamb\u00e9m aparece entre os temas que devem ser considerados pelas empresas no planejamento de 2027. Segundo o estudo, a automa\u00e7\u00e3o pode reduzir tarefas repetitivas e liberar tempo dos profissionais, mas seus efeitos dependem de como os ganhos de produtividade s\u00e3o utilizados.<\/p>\n<p>Quando o tempo economizado \u00e9 convertido integralmente em novas demandas, metas maiores ou monitoramento mais intenso, a tecnologia pode ampliar a carga de trabalho.<\/p>\n<p>O levantamento cita uma publica\u00e7\u00e3o da OIT de 2026 sobre riscos psicossociais associados ao uso de intelig\u00eancia artificial, incluindo vigil\u00e2ncia intrusiva, intensifica\u00e7\u00e3o das atividades, redu\u00e7\u00e3o da autonomia e preocupa\u00e7\u00f5es com privacidade.<\/p>\n<p>\u201cA intelig\u00eancia artificial pode ajudar muito, mas precisamos olhar para o que as empresas fazem com o tempo que ela economiza. Se a tecnologia permite executar uma tarefa em menos tempo e a resposta \u00e9 simplesmente aumentar a cobran\u00e7a, podemos acabar criando outro problema. Essa \u00e9 uma decis\u00e3o de gest\u00e3o\u201d, afirma Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>Para a especialista, a revis\u00e3o das metas deve acompanhar as mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas. A empresa precisa avaliar n\u00e3o apenas quanto tempo uma ferramenta economiza, mas tamb\u00e9m quais novas exig\u00eancias ser\u00e3o feitas aos profissionais e se eles ter\u00e3o condi\u00e7\u00f5es de atend\u00ea-las.<\/p>\n<p><strong>Preven\u00e7\u00e3o precisa envolver a alta gest\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m questiona a efic\u00e1cia de programas de sa\u00fade mental que n\u00e3o s\u00e3o acompanhados por mudan\u00e7as na organiza\u00e7\u00e3o do trabalho.<\/p>\n<p>Apoio psicol\u00f3gico, benef\u00edcios e capacita\u00e7\u00e3o de gestores podem fazer parte das iniciativas de cuidado, mas n\u00e3o substituem a identifica\u00e7\u00e3o dos fatores de risco presentes nas atividades. Uma empresa pode oferecer atendimento aos funcion\u00e1rios afastados e, ao mesmo tempo, manter metas, processos e pr\u00e1ticas que contribuem para a exposi\u00e7\u00e3o de outros profissionais aos mesmos riscos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 poss\u00edvel cuidar de um profissional que adoeceu e continuar mantendo as mesmas condi\u00e7\u00f5es que podem afetar outras pessoas. Por isso, precisamos investigar o que est\u00e1 acontecendo no trabalho. N\u00e3o adianta esperar que o funcion\u00e1rio consiga se adaptar indefinidamente a uma estrutura que n\u00e3o funciona\u201d, afirma Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>A discuss\u00e3o tamb\u00e9m est\u00e1 relacionada \u00e0s mudan\u00e7as na Norma Regulamentadora n\u00ba 1 (NR-1). Desde 26 de maio de 2026, a nova reda\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo 1.5 passou a contemplar expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais.<\/p>\n<p>A exig\u00eancia coloca a identifica\u00e7\u00e3o e a preven\u00e7\u00e3o desses riscos entre as responsabilidades das organiza\u00e7\u00f5es. O estudo defende que essa avalia\u00e7\u00e3o n\u00e3o fique restrita \u00e0s \u00e1reas de recursos humanos e sa\u00fade ocupacional, uma vez que parte das condi\u00e7\u00f5es de trabalho \u00e9 definida nas decis\u00f5es sobre or\u00e7amento, contrata\u00e7\u00e3o, metas e investimentos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 uma discuss\u00e3o que pode ficar restrita ao RH. Quem define or\u00e7amento, metas, contrata\u00e7\u00f5es e investimentos tamb\u00e9m participa da constru\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho. Se essas decis\u00f5es est\u00e3o concentradas na dire\u00e7\u00e3o, \u00e9 ali que parte das mudan\u00e7as precisa come\u00e7ar\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Autonomia dos profissionais tamb\u00e9m deve entrar na revis\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Outro ponto abordado \u00e9 a diferen\u00e7a entre as metas estabelecidas pela administra\u00e7\u00e3o e a forma como s\u00e3o cobradas pelas lideran\u00e7as.<\/p>\n<p>O estudo cita um caso apresentado pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho no setor banc\u00e1rio em que relatos reunidos em um processo indicaram que uma meta institucional teria sido aumentada em at\u00e9 200% pelo gerente-geral de uma ag\u00eancia. O epis\u00f3dio \u00e9 utilizado para examinar como as orienta\u00e7\u00f5es corporativas podem ser modificadas durante sua aplica\u00e7\u00e3o, sem representar uma pr\u00e1tica de todo o setor.<\/p>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m discute situa\u00e7\u00f5es em que as empresas exigem iniciativa e responsabilidade dos profissionais, mas oferecem pouca liberdade para decidir como o trabalho ser\u00e1 executado.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0s vezes, a empresa cobra autonomia, mas o profissional n\u00e3o pode mudar um prazo, negociar uma prioridade ou questionar uma meta. Ele responde pelo resultado sem ter controle sobre as condi\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias para alcan\u00e7\u00e1-lo. Precisamos observar como essas contradi\u00e7\u00f5es aparecem na rotina\u201d, diz Cec\u00edlia.<\/p>\n<p>Segundo a an\u00e1lise, ampliar a autonomia pode ser uma alternativa mesmo quando a empresa n\u00e3o consegue alterar imediatamente suas metas. Isso pode envolver maior liberdade para organizar tarefas, negociar prioridades e participar de decis\u00f5es relacionadas \u00e0 execu\u00e7\u00e3o das atividades.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 um desafio f\u00e1cil rever sistemas de metas e avalia\u00e7\u00f5es, mas \u00e9 poss\u00edvel, por exemplo, equalizar crit\u00e9rios para que reflitam equidade de condi\u00e7\u00f5es entre diferentes perfis de profissionais nos mesmos cargos e deixar que as pessoas decidam como pretendem alcan\u00e7ar os resultados\u201d, diz.<\/p>\n<p>Cec\u00edlia complementa explicando que entre as regras escritas de uma cultura (c\u00f3digos, procedimentos, processos e regras, por exemplo) e as n\u00e3o escritas, que realmente ditam como as coisas acontecem em uma determinada organiza\u00e7\u00e3o, existem in\u00fameras incoer\u00eancias poss\u00edveis de serem extintas. Como exemplo, cita uma organiza\u00e7\u00e3o global que contava com sistema de al\u00e7ada para aprova\u00e7\u00e3o de regras comerciais que, na regra, dava autonomia para as lideran\u00e7as m\u00e9dias, mas, na pr\u00e1tica, dependia sempre da aprova\u00e7\u00e3o das altas lideran\u00e7as.<\/p>\n<p>\u201cOu seja, a autonomia existia no discurso, mas n\u00e3o era poss\u00edvel na pr\u00e1tica, o que gerava altos n\u00edveis de estresse e paralisia nas al\u00e7adas de opera\u00e7\u00f5es\u201d, explica.<\/p>\n<p>Para o planejamento de 2027, o estudo recomenda que as empresas avaliem a compatibilidade entre metas e recursos, o dimensionamento das equipes, os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o de desempenho, os sistemas de recompensa e o grau de autonomia dos funcion\u00e1rios.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m prop\u00f5e que afastamentos, erros operacionais, perda de produtividade e sa\u00edda de profissionais sejam examinados em conjunto com as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, para identificar problemas que possam estar relacionados \u00e0 forma como as atividades s\u00e3o organizadas.<\/p>\n<p>\u201cOs afastamentos mostram onde o problema se tornou vis\u00edvel. Para transform\u00e1-lo, precisamos olhar para onde ele come\u00e7a. Isso exige rever decis\u00f5es que muitas vezes j\u00e1 fazem parte da rotina da empresa e que deixaram de ser questionadas\u201d, conclui Cec\u00edlia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Levantamento \u201cAntes do Burnout\u201d analisa como decis\u00f5es sobre or\u00e7amento, produtividade e autonomia dos profissionais podem comprometer a continuidade dos neg\u00f3cios<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":25199,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[101],"tags":[1690],"class_list":["post-32279","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-tendencias","tag-saude-mental"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32279","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32279"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32279\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media\/25199"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32279"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32279"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32279"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}