{"id":9243,"date":"2019-04-09T10:52:47","date_gmt":"2019-04-09T13:52:47","guid":{"rendered":"http:\/\/revistavarejosa.com.br\/?p=9243"},"modified":"2024-03-07T20:24:20","modified_gmt":"2024-03-07T23:24:20","slug":"horta-no-telhado-da-empresa-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cndl.org.br\/varejosa\/horta-no-telhado-da-empresa-2\/","title":{"rendered":"Horta no telhado da empresa?"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Sim! Conhe\u00e7a a start-up\nde impacto social ganhadora de pr\u00eamios<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De\num trabalho em plena seca do sert\u00e3o nordestino, surgiu a ideia da <em>start-up<\/em> Plant Fazendas Urbanas para\npr\u00e9dios corporativos da capital paulista. O projeto, que cultiva hortas no topo\ndos escrit\u00f3rios e empresas, nos arranha-c\u00e9us de S\u00e3o Paulo, tem DNA social,\nporque ajuda na gera\u00e7\u00e3o de renda e alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel dos bairros carentes.\nTransforma espa\u00e7os ociosos. Conecta pessoas em ambientes corporativos \u00e0\natividade agr\u00edcola, ao verde e a uma vida mais saud\u00e1vel. Ainda, proporciona \u00e0s\nempresas uma forma de contribuir para melhorar o ecossistema. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">L\u00ea\nAndrade \u2013 como a idealizadora do projeto gosta de ser chamada \u2013 conta que o\nprojeto nasceu em 2016, depois de um trabalho comunit\u00e1rio com hortali\u00e7as, no\ninterior da Bahia e Piau\u00ed, em plena regi\u00e3o da seca. Foi l\u00e1 que ela aprendeu o valor das hortas como ferramenta em processo\nde autonomia alimentar.&nbsp;Dessa sua atua\u00e7\u00e3o, nasceu a ideia de reproduzi-las\nnos telhados de grandes empresas, em S\u00e3o Paulo, sua cidade natal, com o\nobjetivo de gerar renda para fam\u00edlias carentes. De repente, viu seu projeto ser\napoiado e chancelado pela Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). E a semente do\nempreendedorismo foi plantada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cRecebi um convite para participar do <em>The Big Hackatton<\/em>, uma maratona para desenvolver neg\u00f3cios em poucos\ndias, promovido pela Campus Party Brasil e pelo Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para\no Desenvolvimento (PNUD). O desafio era criar uma empresa que melhor atendesse aos\n17 objetivos de desenvolvimento sustent\u00e1vel da ONU at\u00e9 2030. Levei minha ideia\ne deu certo\u201d, conta a empres\u00e1ria. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com menos de dois anos de empresa e, atualmente, com os\ns\u00f3cios Jeison Cechella e Jean Roversi, os empreendedores j\u00e1 se dividem para\nreuni\u00f5es de apresenta\u00e7\u00f5es da <em>start-up<\/em>\nem outros estados. Segundo L\u00ea, n\u00e3o h\u00e1 outra empresa ou <em>start-up<\/em> que trabalhe usando os pilares de atua\u00e7\u00e3o social da Plant\nFazendas Urbanas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cHoje, temos projetos de constru\u00e7\u00e3o em outros estados, porque\nconseguimos atender a qualquer cidade que possua cooperativas de material\nreciclado, agricultura familiar e pessoas em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade\nsocial\u201d, explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A produ\u00e7\u00e3o das hortali\u00e7as nos telhados das corpora\u00e7\u00f5es vai para os restaurantes das pr\u00f3prias empresas ou \u00e9 vendida em feiras por moradores de associa\u00e7\u00f5es de bairros carentes, permitindo, assim, a gera\u00e7\u00e3o de renda para essas pessoas. Al\u00e9m disso, parte do lucro da venda \u00e9 revertida para novas hortas em regi\u00f5es carentes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"http:\/\/revistavarejosa.com.br\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/abr_StartMeUp_equipe-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-9245\" width=\"512\" height=\"384\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cA Plant Fazendas Urbanas acredita muito que as grandes\ncorpora\u00e7\u00f5es t\u00eam o poder de transformar a sociedade. Qualquer espa\u00e7o\nsubutilizado pode virar uma horta ou um centro de compostagem\u201d, relata L\u00ea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Como s\u00e3o feitas as hortas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo o material usado pela empresa vem de material reciclado,\nadquirido de moradores de \u00e1reas carentes. A hortali\u00e7a \u00e9 plantada com material\norg\u00e2nico produzido pela <em>start-up<\/em>. Em\nvez de ir para um aterro sanit\u00e1rio, o material recolhido dos restaurantes, como\nrestos de alimenta\u00e7\u00e3o, segue para um centro de compostagem de material org\u00e2nico\ne retorna para a horta como mat\u00e9ria-prima abundante em vitaminas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todo o trabalho \u00e9 feito com a ajuda dos s\u00f3cios e de mais tr\u00eas\nmulheres das comunidades carentes que trabalham como mantenedoras das hortas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Reconhecimento<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O resultado de tudo isso s\u00f3 podia dar em reconhecimento! A Plant Fazendas Urbanas ganhou o primeiro lugar como Neg\u00f3cio de Impacto Social, em uma premia\u00e7\u00e3o promovida pelo Servi\u00e7o Brasileiro de Apoio \u00e0s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e PNUD, e o segundo lugar como Neg\u00f3cio de Impacto Ambiental, concedido pelo Sebrae.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conhe\u00e7a mais detalhes no site  <a href=\"https:\/\/www.plant.eco.br\/\">www.plant.eco.br\/.<\/a> <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sim! 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