65% das compras online são feitas em marketplaces, mas o varejo digital perde vendas por falta de integração de sistemas
Com desafios operacionais que comprometem receita, a TecnoSpeed apresenta guia de 2026 para otimizar vendas em períodos de alta demanda
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Mais de 65% das compras online no Brasil já são realizadas por marketplaces, canais que concentram demanda, confiança do consumidor e complexidade operacional, segundo a pesquisa Commerce 2025, da MRM Brasil. Nesse cenário, o varejo digital enfrenta o desafio de transformar intenção de compra em receita efetiva. Para ajudar software houses e varejistas, a TecnoSpeed lança um guia estratégico de 2026, reunindo dados de mercado e um calendário comercial que mostra como a adaptação dos ERPs se tornou fator crítico para a sustentabilidade do e-commerce no país.
Segundo Jonathan Santos, CEO da TecnoSpeed, “o mercado tem demanda, mas perde receita porque não consegue entregar preço, prazo e disponibilidade de forma consistente. Em datas críticas como Black Friday e Natal, esse problema se transforma em um gargalo sistêmico”. Ao mesmo tempo, dados do E-commerce Radar mostram que a taxa média de abandono de carrinho no país supera 80%, especialmente em segmentos como moda e eletrônicos, evidenciando o enfraquecimento da compra por impulso e falhas estruturais ao longo da jornada digital.
Diante disso, o guia da TecnoSpeed detalha como datas comemorativas funcionam como testes de estresse para a operação do varejo digital, trazendo um calendário completo de 2026, incluindo Black Friday, Dia das Mães e Natal, acompanhado de orientações práticas para que software houses preparem seus clientes para os picos de demanda e reduzam riscos operacionais. O material também aborda a adoção de precificação dinâmica baseada em algoritmos e inteligência artificial, além da gestão centralizada de múltiplos armazéns, consolidando estoques de marketplaces, fulfillment e centros próprios.
A necessidade de ferramentas e processos robustos fica evidente nos dados do setor. Apesar do faturamento recorde, como os R$ 1,69 bilhão registrados nas primeiras 12 horas da Black Friday de 2025, crescimento de 24,5% sobre 2024 segundo a Confi Neotrust, menos de 40% dos varejistas investem em sistemas adequados de gestão de estoques, segundo o Índice de Produtividade Tecnológica (IPT) de Logística. Essa lacuna operacional faz com que muitos vendedores trabalhem manualmente nos períodos de maior demanda, aumentando o risco de rupturas, atrasos e cancelamentos de pedidos.
“Os números deixam claro que o problema não é falta de demanda, mas sim a incapacidade de transformar intenção de compra em receita consistente. Cada ruptura de estoque, atraso ou falha no sistema durante datas como Black Friday ou Natal se traduz em clientes perdidos e oportunidades desperdiçadas. Por isso, a integração entre marketplaces, ERPs e centros de distribuição não é apenas técnica: é estratégica, garantindo que a operação acompanhe a velocidade e a complexidade do e-commerce contemporâneo”, comenta Jonathan Santos.
O guia detalha como os ERPs precisam evoluir para enfrentar os desafios do varejo digital. Entre os destaques estão a integração omnichannel com marketplaces e redes sociais, a precificação dinâmica baseada em algoritmos e inteligência artificial, e a gestão centralizada de múltiplos armazéns. O material também enfatiza hubs integradores, como o Plug4Market, que oferecem integração rápida, manutenção reduzida e soluções white-label, ampliando a capacidade de resposta em um ambiente dominado por marketplaces e social commerce.

