Número de lojistas vendendo produtos da seleção quase sextuplica em um ano no e-commerce, aponta Nuvemshop
Levantamento exclusivo da Nuvemshop, com mais de 90 mil lojistas, mostra um varejo D2C que se estruturou com antecedência para o campeonato
A preparação para o campeonato mobilizou o varejo digital com semanas de antecedência. Levantamento da Nuvemshop mostra que o número de lojas vendendo produtos temáticos da seleçao e do torneio cresceu quase seis vezes em maio de 2026 ante o mesmo mês de 2025, com ticket médio de R$189, 12% acima dos R$169 do ano anterior. O crescimento é esperado em ano de competição, mas a amplitude da base de vendedores é o que chama atenção: não foram poucas lojas concentrando o movimento, e sim marcas e lojas de todos os portes entrando ao mesmo tempo. O dado aponta para uma estruturação antecipada da oferta. Em vez de esperar o início do torneio, os lojistas montaram catálogo com semanas de antecedência para capturar a demanda; comportamento que distingue o varejo planejado do varejo reativo, que só monta vitrine na véspera. E a oferta foi muito além do item óbvio. As camisas concentram o faturamento, com 73,8% das vendas do período (incluindo modelos torcedor e jogador e versões retrô), seguidas por outros itens temáticos (13,8%), álbuns e figurinhas (6,8%), insumos e impressão 3D (3,4%), decoração e torcida (2,1%) e bolas (0,2%). A long tail revela a criatividade da operação independente: dos kits de filamento 3D para quem fabrica peças temáticas em casa às roupas afetivas para bebês vivendo o primeiro jogo, o lojista transformou o evento em um repertório de produtos, não em um item único. Para o varejo, a leitura prática é direta: eventos sazonais de grande apelo recompensam quem ajusta estoque e campanha em tempo real; algo que a loja própria viabiliza sem depender de marketplace. "O salto no número de lojistas mostra que o D2C entendeu o calendário: a venda começa semanas antes do evento. Quem montou o catálogo cedo capturou a demanda que está chegando agora", afirma Alejandro Vázquez, cofundador e presidente da Nuvemshop.A preparação para o campeonato mobilizou o varejo digital com semanas de antecedência. Levantamento da Nuvemshop mostra que o número de lojas vendendo produtos temáticos da seleçao e do torneio cresceu quase seis vezes em maio de 2026 ante o mesmo mês de 2025, com ticket médio de R$189, 12% acima dos R$169 do ano anterior. O crescimento é esperado em ano de competição, mas a amplitude da base de vendedores é o que chama atenção: não foram poucas lojas concentrando o movimento, e sim marcas e lojas de todos os portes entrando ao mesmo tempo.
O dado aponta para uma estruturação antecipada da oferta. Em vez de esperar o início do torneio, os lojistas montaram catálogo com semanas de antecedência para capturar a demanda; comportamento que distingue o varejo planejado do varejo reativo, que só monta vitrine na véspera.
E a oferta foi muito além do item óbvio. As camisas concentram o faturamento, com 73,8% das vendas do período (incluindo modelos torcedor e jogador e versões retrô), seguidas por outros itens temáticos (13,8%), álbuns e figurinhas (6,8%), insumos e impressão 3D (3,4%), decoração e torcida (2,1%) e bolas (0,2%). A long tail revela a criatividade da operação independente: dos kits de filamento 3D para quem fabrica peças temáticas em casa às roupas afetivas para bebês vivendo o primeiro jogo, o lojista transformou o evento em um repertório de produtos, não em um item único.
Para o varejo, a leitura prática é direta: eventos sazonais de grande apelo recompensam quem ajusta estoque e campanha em tempo real; algo que a loja própria viabiliza sem depender de marketplace.
“O salto no número de lojistas mostra que o D2C entendeu o calendário: a venda começa semanas antes do evento. Quem montou o catálogo cedo capturou a demanda que está chegando agora”, afirma Alejandro Vázquez, cofundador e presidente da Nuvemshop.

