31 jul, 2026
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Omnicanalidade sai do discurso e entra na operação no Fórum E-Commerce Brasil 2026

Nexaas mostra como integração entre lojas, e-commerce, franquias, estoque e dados pode reduzir falhas na jornada de compra

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Omnicanalidade sai do discurso e entra na operação no Fórum E-Commerce Brasil 2026

O consumidor já transita entre o ambiente físico e o digital sem tratar esses canais como operações separadas. Ele pesquisa no site, consulta pelo aplicativo, compra online e retira na loja esperando encontrar o mesmo preço, estoque atualizado e atendimento coerente em todos os pontos de contato.

No Fórum E-Commerce Brasil 2026, a Nexaas discute como essa expectativa pressiona grandes redes a superar integrações pontuais e construir uma operação realmente conectada.

Pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil mostra que os canais digitais fazem parte da jornada de 95% dos compradores, enquanto 82% também recorrem ao varejo presencial. Os percentuais não são excludentes e reforçam justamente o comportamento híbrido do consumidor.

“Para o consumidor, não existem mais canais separados: existe uma única relação com a marca. Por isso, o varejo enterprise precisa superar a integração pontual de sistemas e estruturar um ecossistema capaz de conectar lojas, e-commerce, franquias, pedidos, estoque e dados em tempo real”, afirma Juliana Giovanini, CEO da Nexaas.

Sistemas desconectados criam rupturas

Na prática, uma estratégia omnichannel depende de várias áreas funcionando de forma sincronizada. O pedido realizado no e-commerce precisa localizar corretamente o produto, atualizar o estoque, aplicar as regras fiscais, acionar o pagamento e indicar a melhor unidade para retirada ou envio.

Quando PDV, ERP, marketplace, gestão de franquias e plataforma de comércio eletrônico operam de forma isolada, aumentam os riscos de venda de produtos indisponíveis, divergência de preços, retrabalho fiscal e atrasos no atendimento.

Para enfrentar essa fragmentação, a Nexaas apresenta uma plataforma que reúne recursos como PDV móvel, sistema de gestão de pedidos, prateleira infinita, gestão financeira, motor fiscal e administração de franquias. A estrutura também pode ser conectada a sistemas já utilizados pelas redes varejistas.

A prateleira infinita, por exemplo, permite que uma loja venda um produto disponível em outra unidade ou no estoque do e-commerce. Já o sistema de gestão de pedidos ajuda a definir de onde a mercadoria deve sair, considerando disponibilidade, localização e condições da operação.

Integração precisa aparecer no resultado

A omnicanalidade não deve ser medida apenas pela quantidade de canais oferecidos. O impacto precisa aparecer em indicadores como conversão, disponibilidade de produtos, redução de cancelamentos, velocidade de atendimento e rentabilidade.

“A omnicanalidade só se torna real quando funciona na operação diária, sem ruptura de estoque, divergência de preços, retrabalho fiscal ou perda de informações entre os canais”, afirma Andrei Dias, CRO da Nexaas.

Segundo o executivo, a integração também pode aumentar a conversão digital e o ticket médio das lojas físicas. Isso acontece, por exemplo, quando o vendedor consegue acessar um estoque ampliado e concluir uma compra mesmo que o item não esteja disponível naquela unidade.

A inteligência artificial entra nesse processo como apoio à análise de estoque, precificação e atendimento. Ainda assim, a tecnologia depende de dados organizados e sistemas integrados. Sem uma base confiável, a automação pode apenas reproduzir com maior velocidade os mesmos problemas da operação fragmentada.

O Fórum E-Commerce Brasil 2026 conta com apoio institucional da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e tem o portal Varejo S.A. como media partner oficial.

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