Movimento Varejo

João Batista Pereira

Nascido em Capela Nova, em Minas Gerais, João Batista de Assis Pereira vive rodeado por mulheres. São três filhas e uma neta. Formado em Administração de Empresas pelo Centro Universitário Una, já foi professor, mas encontrou seu lugar no movimento lojista, em que atua há mais de 30 anos. Atual conselheiro fiscal da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), ele divide um pouco mais da sua história com a gente. Confira!

Qual é o seu negócio? Já tive empresas de livraria, alimentação, indústria de materiais de limpeza. Hoje atuo no ramo imobiliário e da construção civil.

Quais são os desafios da sua área de atuação? Assim como o varejo, a construção civil evidencia o ritmo da economia nacional. Nossos desafios são comuns a todos os empresários, como as dificuldades de investimentos e inseguranças jurídicas. O setor ainda tem uma característica específica de ser aquecido por programas governamentais e linhas de financiamento para casa própria. O que verificamos, hoje, é que há muita oferta e pouca demanda. Mas também estamos esperançosos com os novos governantes; esperamos que a confiança melhore e que a economia volte a crescer, de forma constante e segura.

Como começou sua história no Sistema CNDL? Ingressei no sistema por meio do convite do José César da Costa, que era presidente da CDL de Conselheiro Lafaiete, para fazer parte da diretoria. A partir daí, não parei mais. Fui diretor da FCDL-MG e ocupei, por sete anos, a presidência da CDL de Conselheiro Lafaiete. Atualmente, sou tesoureiro da CDL Lafaiete, conselheiro fiscal da CNDL, chefe de gabinete e secretário interino de Administração do atual prefeito de Conselheiros Lafaiete.

Qual é a importância de participar de uma entidade associativista? As CDLs e FCDLs promovem um maior entrosamento entre os comerciantes daquela região, fortalecendo o varejo local. Dentro do Sistema CNDL, existe uma troca de conhecimentos e experiências muito grande. São sempre realizados eventos, treinamentos, cursos; novas ideias e ferramentas estão sempre em discussão e ajudam os comerciantes a melhorar seus relacionamentos e vendas. Eu, por exemplo, já participei duas vezes da NRF Big Show, por meio da comitiva da CNDL. Foi muito importante conhecer as tecnologias de ponta usadas no varejo de lá, novidades em primeira mão e trazer novas ideias para nossa realidade. Além da atuação política da CNDL, a participação em eventos desse nível é um dos pontos fortes do movimento.

Por que me tornei uma liderança? Sempre procurei participar ativamente dos encontros e discussões e acredito que esse meu interesse e dedicação fizeram toda a diferença. Durante a minha gestão, a CDL de Conselheiro Lafaiete cresceu bastante. Por exemplo, na última convenção nacional, em Salvador, levamos uma comitiva de 145 pagantes – e era meu último ano à frente da entidade. Entendo que essa mobilização e engajamento das pessoas se devem à confiança depositada em mim e isso foi um marco na minha gestão.

Ser dirigente lojista para mim é… Uma honra e a coroação do meu trabalho ao longo do tempo. Integrar o movimento associativista nos enche de orgulho e propicia novos conhecimentos, novas amizades e novas relações. Acredito que conquistamos o reconhecimento e respeito da sociedade.

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