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Rogério Marinho visita sede da UNECS e mostra os avanços do seu ministério

Ministro do Desenvolvimento Regional apresentou ao setor de comércio e serviços os feitos do seu ministério e mostrou que o Brasil avança onde mais precisa

O ministro de Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, se reuniu, na tarde desta quarta-feira (16), com o Conselho de Administração da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS). O encontro se deu na sede da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), em Brasília, e se deu logo após o almoço do ministro da Economia, Paulo Guedes, com as lideranças do setor varejista.

Marinho apresentou os resultados do seu ministério, em especial os projetos ligados à infraestrutura e urbanismo, um dos temas considerados prioritários do setor de comércio e serviços. O ministro falou das 30 mil obras que estão em andamento em todo o Brasil e associou essas ações ao desenvolvimento regional.

“Temos uma integração transversal. Quando as ações do governo acontecem a economia começa a girar e isso gera um impacto positivo no setor de comércio e serviços”, explicou, lembrando o grande feito que foi a transposição do Rio São Francisco, e que muitos ainda não compreendem a dimensão da obra.

“Os dois eixos do projeto que foram concluídos agora. Dez anos depois de iniciados, foram recebidos com apenas 50% das obras concluídas. A funcionalidade desses eixos era abaixo de 16%. Quem deu funcionalidade a um eixo foi Temer, ou outro Bolsonaro”, disse. “Nós fizemos 600 intervenções para reparar trabalhos malfeitos. Uma obra de R$ 14 bilhões”, explicou.

“Essa é a maior obra hídrica em construção do mundo. São mais de 3 mil quilômetros de adutoras, isso em uma região de grande desigualdade, que sem água não consegue criar indústria, não tem comércio, pressiona o sistema de saúde. É um ciclo vicioso”, disse.

“Por isso que muitos já consideram o dia 9 de fevereiro o Dia da Independência do Nordeste”, disse, se referindo à data de inauguração do trecho Norte das obras de transposição do Rio São Francisco.

O ministro também falou sobre as fortes chuvas que atingiram a cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro, nessa terça-feira (15). Marinho disse que o ministério do Desenvolvimento Regional, por meio da Defesa Civil Nacional, fez mobilização junto às defesas civis do estado e município para prestar socorro à região e às vítimas.

Segundo Marinho, existe muita demanda em relação ao investimento em prevenção e recuperação de infraestrutura, mas que o orçamento para esse tipo de ação é de apenas R$ 38 milhões. O ministro disse que esse problema deve ser resolvido no âmbito do Congresso Nacional. “Esse é o tipo de iniciativa que tem que ser pensada de maneira coordenada e a solução do problema deve ser feita a partir no Congresso Nacional, a partir da definição do orçamento. Essa é uma obrigação que temos com a população”, disse.

Rogério Marinho também citou o Marco Legal do Saneamento como um dos grandes feitos do governo. A meta do Governo Federal é alcançar a universalização dos serviços de saneamento básico até 2033, garantindo que 99% da população brasileira tenha acesso à água potável e 90%, ao tratamento e à coleta de esgoto.

Segundo o ministro, o novo marco vai garantir condições a 100 milhões de brasileiros de terem acesso a água potável. “No primeiro ano do Marco Legal houve investimentos da ordem de R$ 47 milhões do setor privado, 11 vezes mais que no ano anterior à nova legislação”, comemorou.

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, José César da Costa, elogiou a apresentação e comemorou o fato do Ministério Desenvolvimento Regional ser ocupado por uma liderança com qualificação e grande habilidade política. “O ministro Rogério Marinho é muito técnico e qualificado e, ao mesmo tempo, possui grande sensibilidade política”, disse. “Para o setor de comércio e serviços esse perfil é fundamental, porque desenvolvimento regional é uma das pautas mais importantes para o empresário varejista. Sem desenvolvimento, não há comércio. E Rogério Marinho tem atuado com grande inteligência e visão sistêmica para implementar as obras que o Brasil precisa para crescer”.

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