30 abr, 2026
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Restaurantes e bares abrem 6.374 postos de trabalho com carteira assinada, segundo Caged

ANR, em parceria com a Future Tank, analisou os dados de outubro após nono mês consecutivo de novas vagas no setor. São Paulo foi o estado com maior saldo de contratações: foram contratadas cerca de 2,5 mil pessoas.

Estratégias tecnológicas são tendências no setor e prometem se desenvolver ainda mais nos próximos anos

O setor de serviços de alimentação segue se destacando na abertura de postos de trabalho pelo nono mês seguido. O saldo positivo dessa vez foi de 6.374 novas oportunidades. Isso é o que indica os dados apresentados pelo Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) em outubro e analisados pela ANR (Associação Nacional de Restaurantes) e a consultoria Future Tank.

No âmbito estadual, 21 das 27 Unidades da Federação registraram abertura de vagas nos restaurantes e bares no referido mês: São Paulo (2.449) foi o estado com maior número de contratações, seguido por Santa Catarina (640) e Minas Gerais (450). Entretanto, comparado ao mesmo período de 2022 (10.441), o resultado foi menor (39%).

No acumulado do ano até outubro, os restaurantes e bares geraram 60.780 postos de trabalho no Brasil. Os dados refletem o crescimento das vendas na área – 4% no acumulado do ano até setembro. Mas, em relação ao mesmo período de 2022 (96.598), a abertura de vagas este ano foi menor (37%).

Todas as unidades da Federação registraram novas oportunidades de trabalho nos restaurantes e bares no acumulado do ano até outubro. São Paulo (19.079) também foi o estado com maior saldo de contratações, seguido por Rio de Janeiro (7.279) e Minas Gerais (6.145).

“Restaurantes e bares estão mostrando recuperação progressiva durante os últimos meses. O destaque positivo é que segue como o setor que mais cria oportunidades de primeiro emprego para jovens. Essa recuperação não apenas contribui para impulsionar a economia, mas também oferece aos candidatos uma valiosa experiência profissional e a chance de desenvolverem habilidades relevantes”, afirma Fernando Blower, diretor executivo da ANR.

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